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São mesmo zeros à Esquerda

por John Wolf, em 11.03.16

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HahahahahahahahahahahHarvard! São estes indivíduos que têm o destino de Portugal nas mãos? Deixem-me rir. Não sei se isto é trágico ou cómico. António Costa e a sua equipa não têm a mínima ideia de como tratar das suas próprias casas, quando muito as dos outros. Todos estes sujeitos passivos têm provavelmente uma média de idade de 50 anos, mas não conseguiram juntar um pé de meia do que quer que seja. Foi chapa ganha, chapa gasta. O que Mário Centeno fez ao seu dinheiro dá vontade de rir - 33 euros em acções do Benfica. Depois a grande maioria destes peritos têm grande fé em depósitos a prazo. Ou seja, estão dispostos a perder dinheiro (taxas de juro negativas? Dah!!). As suas decisões de "poupança" e "investimento" não serviram para nada. E isto é extremamente grave. Não têm noção da economia real, dos mercados. Não conseguem ter uma visão do mundo. Mas o mais curioso é julgarem-se espertos. Se fossem inteligentes, bastar-lhes-ia terem escolhido índices, na forma de Exchange Traded Funds, para se deixarem estar e crescer. Na qualidade de sujeitos monetários passivos teriam feito melhor figura, mas não. São descrentes. Não acreditam no crescimento económico e nas virtudes sãs do capitalismo. Se tivessem milhões não estariam aqui. Agora entendo porque querem ser deputados e chegar ao governo. Não têm profissão digna desse nome. Não são capazes de ser produtivos e gerar rendimentos. E a política é perfeita. O governo funciona como um programa de novas oportunidades. Basta marcar presença. Nem é preciso ser competente. Ao fim do mês pinga o tal salário, e ainda, como bónus pelo magnífico desempenho, levam para casa uma pensão vitalícia. Para fechar, seleccionei este poema do artigo do jornal Observador:

 

 

"As dívidas de Ana Paula

Vitorino

são preocupantes

porque

mesmo que tenham

as melhores condições do mercado

as prestações absorvem

cerca de 50%

do seu

rendimento mensal líquido

de ministra" 

 

 

 

publicado às 10:02

Oração a Santa Tecla

por Fernando Melro dos Santos, em 10.09.14
A ti minha Santa, ícone de muitas noites em claro
e do ânimo telúrico com que desprezo o meu semelhante,
rezo para que a velhice nunca me traga a veia penitente
que a tantas boas pessoas hoje desliga o switch da raiva e do nojo,
deixando-os trocar uma boa meia-hora a ler ou a jogar flippers
por essa arena nauseabunda em 16 x 9 e cores garridas, sociais,
onde se digladiam dois protozoários intelectuais
a golpes de cuspo e com a verticalidade de escarros.
Sê clemente na tua piedade imaculada e previne, ó Santa
esta gente de reincidir no crime ignominioso do voto.

publicado às 21:21

Estar na oposição

por Manuel Sousa Dias, em 28.05.14
É sempre útil ter um camelo para fazer a travessia de um deserto.

publicado às 13:37

Seguro, um peixe fora de água

por João Pinto Bastos, em 10.02.13

Nunca depositei grandes esperanças na performance de Seguro enquanto líder da suposta oposição, mas depois da apresentação deste pequeno show de platitudes fiquei definitivamente convencido de que o actual líder (?) do Partido Socialista é uma autêntica nulidade que, em boa verdade, só lá está porque o putativo oposicionista, o Costa de Lisboa, decidiu, sabe-se lá porquê, dedicar o seu futuro político à apologia da obra socrática. Quem torto nasce, tarde ou nunca se endireita, como sói dizer-se.

publicado às 23:41

Um partido marciano

por João Pinto Bastos, em 29.01.13

Um país que pára, sim, literalmente pára, para observar a candonga socialista é, de facto, um país condenado à inanição. De feito Campos e Cunha tem razão: a reforma do Estado não será uma verdadeira reforma sem uma modificação séria dos alicerces do sistema político. A contenda Seguro/Costa aí está para comprovar a veracidade do argumento do ex-ministro das finanças. Mais: este desaguisado interno demonstra que as elites políticas mais ignorantes são sempre as mais rapaces. 

publicado às 22:29

Sócrates anda por aí

por João Pinto Bastos, em 24.01.13

O Partido Socialista é um caso perdido. Após uma longa rave socrática, os meninos do coro do exilado parisiense continuam a mover as fichas de um jogo que, a despeito do que se passa no país, não há meio de acabar. Costa fala e não fala, Seguro questiona a pressa da coisa, Lello refere a existência de questões fracturantes, Silva Pereira deseja mais e melhor oposição, e, no fim, o que sobra? O que resta é um partido completamente alheado da situação do país, com clientelas rapaces que vivem do, pelo e para o Estado. Em suma, gente perigosa. Entretanto, os media dedicam-se, com afinco, a analisar a estupidez colectiva de um bando de meninos que, num país minimamente normal, já teriam sido apeados da vida política há muito tempo.

publicado às 22:28

Pintos...da...costa...

por Pedro Quartin Graça, em 16.05.12

Uma das mais interessantes Resoluções do Conselho de Ministros do "consulado" de José Sócrates.

publicado às 17:33






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