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There's no business like show business

por João Quaresma, em 04.07.12

O Euro 2012 acabou, a época de incêndios ainda não pegou e ainda é cedo para o arranque oficial da silly season. Mas a distracção tem de continuar e, mal se ouviu o apito final de Pedro Proença em Kiev, logo estreou uma nova novela protagonizada pelo mal-amado Miguel Relvas, hoje reforçada com o folhetim do bem-amado Macário Correia. O povo quer ver ficção ciêntífica com políticos na cadeia, mas se o reality show os mostrar a fingir que estão a ter problemas com a "Justiça" ou em maus lençóis já é bom. Até ao fim do mês, altura em que as forças vivas da República se exilam no reino dos Allgarves (onde os espera um espectáculo automobilístico memorável na EN 125), poderemos esperar mais alguns casos obviamente escandalizantes, gritantes e fascinantes que irão encher os noticiários e debates televisivos, os jornais e a blogosfera. Aquilo de que estamos a ser distraídos virá visitar-nos mais tarde.

O marketing comanda a vida e sempre que o homem marketeia o mundo pula e avança. Façam o favor de ser felizes.

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publicado às 01:30

O futebol e a pátria

por Samuel de Paiva Pires, em 28.06.12

Por estes dias, falham alguns em entender o mito que é a pátria enquanto, nas palavras de Karl Deutsch glosado por José Adelino Maltez, "uma comunidade de significações partilhadas" e, nestes tempos de paz na Europa, como esta se reflecte numa ligação emocional entre um povo e os seus representantes em actividades onde exista representação nacional, como o caso do desporto - em concreto, nestas últimas semanas, o futebol. Lembrando que a pátria é, como escreveu Miguel Torga, "o espaço telúrico e moral, cultural e afectivo, onde cada natural se cumpre humana e civicamente. Só nele a sua respiração é plena, o seu instinto sossega, a sua inteligência fulgura, o seu passado tem sentido e o seu presente tem futuro", vale bem a pena ler o Filipe Nunes Vicente e o Carlos Guimarães Pinto:

 

Filipe Nunes Vicente, O futebol e os intelectuais:

 

«As vitórias da selecção nacional suscitam orgulho aos portugueses porque o EURO 2012 é um parque de diversões para os símbolos nacionais. Nenhum problema nisto.  Nas guerras, as acções dos soldados, dos generais  e dos políticos suscitam o mesmo espírito e ninguém pensa que essa inflamação patriótica oculta atraso económico, maus hospitais ou insucesso escolar.

A ligação de um povo com a sua selecção não passa pela leitura de Píndaro ou pela exegese de Heidegger: é simples, directa e dura pouco. Como o sexo.

Os que contam bandeirinhas, se incomodam com  a cruz ou anotam os minutos imbecis dos directos, racionalizam o que não é racionalizável. Nunca tiveram um ataque de pânico ou uma obsessão?»

 

Carlos Guimarães Pinto, Os ateus do Futebol:

 

«Os ateus do futebol já fazem parte do folclore das competições internacionais de futebol em que Portugal participa. Para quem não sabe o ateísmo futeboleiro foi inaugurado por Pacheco Pereira e, entre coisas, consiste em passar todo o período das competições de futebol a falar sobre o quão irrelevantes elas são, da irracionalidade do gosto pelo futebol e sobre a forma como estes eventos distraem as pessoas dos assuntos importantes (por assuntos importantes, entenda-se, a política, a troika, o défice, o sacana do Sócrates e o demagogo do Louçã).
Tenho que concordar com eles: a devoção irracional pelo futebol contribui de facto para que muitas pessoas se esqueçam por um período de tempo destes assuntos. Mas não é só o futebol: um bom livro, as séries de televisão americanas, as quecas, os bikinis, os jantares de amigos, um bom cabrito, o sorriso dos filhos são tudo aspectos da vida que, sem motivo racional, nos fazem esquecer desses assuntos “importantes”. Os ateus do futebol estão certos relativamente à relação causal, têm é as prioridades de vida trocadas.»

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publicado às 11:12

Parabéns, rapazes!

por Samuel de Paiva Pires, em 28.06.12

 

Finalmente provou-se que é possível contrariar o "tiki-taka" espanhol e fazer frente de igual para igual à selecção espanhola. Faltou o bocadinho de sorte, como é habitual. Estão todos de parabéns e agora é seguir em frente rumo ao Mundial, onde de certeza esta belíssima selecção fará outro percurso excepcional! 

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publicado às 00:14

Venham eles!

por João Quaresma, em 27.06.12

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publicado às 15:45

Força, rapazes!

por Samuel de Paiva Pires, em 27.06.12

 

Ao contrário de muita gente, não sofro de anti-espanholismo primário, daquele que nos é praticamente incutido desde os primeiros anos de escolaridade. Simplesmente não os suporto devido à irritante mania de fazerem um banzé, berrando e incomodando toda a gente à sua volta. Há qualquer coisa de muito elegante na atitude portuguesa no espaço público. Quanto mais não seja por isto, adoraria que a selecção nacional de futebol os silenciasse mais logo.

 

De resto, é como diz o Dragão:

 

«Por regra, futebol não é questão que me ocupe. Mas como pretexto é tão bom como outro qualquer. Para bater nesses filhos da puta. E só num país onde viceja e infesta uma prole imensa da mesma mãe é que  pode ter-se implantado o conceito catita de "país irmão".  Nustros hermanos, o caralho! Vossos, não sei; meus é que não!»

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publicado às 11:45

A selecção nacional de futebol e o embate contra Espanha

por Samuel de Paiva Pires, em 24.06.12

O Maradona em grande:

 

«Não há aqui as facilidades de 2004 e 2006, em que o Mourinho, através do seu Porto, deixara a selecção convenientemente preparada; o que vimos ontem procede tudo de uma cultura, a cultura do futebol levado ao seu extremo de maturidade. Na quarta-feira, contra a Espanha, vamos defrontar um adversário que para além de ser constituido por jogadores melhores que os nossos, se encontram aliados pela conclusão que a "sorte" está do lado deles; "sorte", aqui, é os jogadores partilharem toda a combinação de conclusões futebolísticas possíveis à matemática. Para os poder vencer, é necessário desviar o mais possivel o jogo do que lhes é natural: contra as suas combinações automáticas e o karma esférico, temos que elevar o individualismo a patamares paródicos. A liderança que o Ronaldo finalmente conseguiu impôr à sua seleção (contra a Holanda), terá que ser cristalizada numa ordem ainda mais superior. Aqueles jogadores, os gajos que estão no banco, Paulo Bento e nós próprios, precisamos de nos reunir à sua volta como a Argentina de 1986 fez com o Maradona, para que a equipa que não temos hipótese de ser possa diluir as suas fraquezas num fascismo iluminado capaz confundir antinomicamente uma Espanha habituada a ser colocada perante adversários que os combatem tentando igualar as suas virtudes. Contra a solidária descentralização artística que o Barcelona impôs com tanto sucesso ao mundo futebolístico neste últimos anos, Portugal só pode responder com a solidariadade ainda mais absoluta, leal e avassaladora: com Cristiano Ronaldo. Jogo de equipa o caralho.»

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publicado às 14:27

Dito e cumprido

por Nuno Castelo-Branco, em 22.06.12

Fiz aquilo que era necessário, não sou um "monárquico de feicebuque". Acompanhado de um amigo, fui até ao marquês, esperando encontrar algumas dezenas daqueles 2000 filiados que a Causa Real tem em Lisboa.  Pelos vistos, ficaram todos em casa, comemorando no sofá. Se eu tivesse cem bandeiras à minha disposição, em menos de cinco minutos teria ficado sem uma única, tantas eram as pessoas que me perguntavam por elas. Este símbolo é mágico, atrai os olhares e é verdadeiramente estimado pela gente nova. Fiquei sem a minha, tive de a oferecer a um garoto que não parava de a elogiar. 

 

Nos tempos da "ominosa" Nova Monarquia, para um evento deste tipo, teríamos facilmente juntado algumas centenas de jovens. Não tínhamos dinheiro, carro ou mota. Andávamos a pé ou de metro. Telemóveis, computadores e outras tecnologias, eram coisas da guerra das estrelas. Nem sequer precisávamos de fazer muitos telefonemas, a organização funcionava em rede e através do passa-palavra. E funcionava na perfeição.

 

Bandeiras azuis e brancas à noite, o contraste é total, os fotógrafos adoram. Experimentem para a semana, mas talvez já seja tarde demais. Cumpram o vosso dever, se fizerem o favor!

 

 

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publicado às 09:55

Hoje somos todos gregos

por Samuel de Paiva Pires, em 22.06.12

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publicado às 09:50

"Ninguém pára Portugal”

por Pedro Quartin Graça, em 22.06.12

O bom jogo da selecção de Portugal e de Cristiano Ronaldo contra a República Checa em destaque nos jornais internacionais. Vejamos:

 

L'Équipe (França)
"Ninguém pára Portugal”, titulava o diário francês. "Saído do grupo da morte apesar do favoritismo dado à Alemanha e Holanda, Portugal já está nas meias-finais do Euro depois da vitória sobre a Rep. Checa. Cristiano Ronaldo continua a fazer a diferença."

Marca (Espanha)
"Golo de Ouro" e uma fotografia grande de Ronaldo estavam em destaque no desportivo espanhol. "Cristiano leva Portugal às meias-finais do Euro", tinha como manchete. "Portugal qualificou-se e Cristiano Ronaldo voltou a fazer um jogo soberbo, autor do golo no minuto 70 com um grande cabeceamento."

Gazzetta dello Sport (Itália)
"Ronaldo, golo e espectáculo, Portugal nas meias-finais", colocava em manchete o diário italiano. "A República Checa perdeu graças a uma proeza com a cabeça de Ronaldo. Um fora-de-série este português..."

Olé (Argentina)
"O melhor Cristiano", escrevia este jornal argentino. "Ronaldo voltou a rasgar tudo e meteu o golo que deu a passagem às meias-finais. O goleador do Real quer levar longe o seu país: espera por Espanha ou França. O avançado português já festejou três vezes neste Europeu."

El País (Espanha)
"Cristiano, finalmente, converteu-se no líder que necessitava o seu país. O segundo tempo de Portugal foi do melhor que se viu neste Europeu, perante uma pobre Rep. Checa que não atirou uma única vez à baliza adversária. Pelo contrário, Portugal apresentou a sua candidatura ao título. Tem tudo para isso, menos um ponta-de-lança. (...) É uma equipa com alma e fé. Superou todas as dúvidas do primeiro jogo."

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publicado às 08:25

Checo-mate!

por Samuel de Paiva Pires, em 21.06.12

E já estamos nas meias-finais, após um jogo sofrido mas em que, mais uma vez, a selecção nacional dominou claramente a equipa adversária, em especial na segunda parte. Espanha ou França, uma delas colocar-se-á entre esta selecção, que tem praticado provavelmente o melhor futebol do Euro 2012, e a final deste. Força, rapazes!

 

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publicado às 22:03

Mafia de Platini...

por Nuno Castelo-Branco, em 19.06.12

... rouba os quartos de final à Ucrânia e oferece um presente aos ingleses. Mais um árbitro convenientemente ceguinho, coitado. A coisa confirma-se de jogo para jogo. Só visto!

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publicado às 23:57

Vigarices nos futebóis

por Nuno Castelo-Branco, em 19.06.12

Aconteceu o mesmo no jogo Alemanha-Croácia, onde um penalti que até um zarolho veria, foi olimpicamente ignorado pelo árbitro de serviço, prejudicando os croatas. Ontem os irlandeses também pagaram as favas, sendo os espanhóis beneficiados por duas penalidades ignoradas pelo juiz da partida e assim tem sido ao longo de anos, sendo sempre os mesmos "grandes", aqueles que auferem de todas as oportunidades de vitória na secretaria. Por outro lado, o bovino senhor Platini nem sequer se rala em disfarçar, consciente como está das mãos rotas de uma Alemanha que enche com 37% das contribuições, os cofres da UEFA. A continuar assim, a pressurosa instituição chegará ao ponto de estabelecer quem poderá ou não aceder aos torneios, decretando antecipadamente o vencedor.

 

Onde é que já vimos isto? A resposta é clara: em tudo o que tenha a ver com "Europa", desde festivais de cançonetas com cinco pré-seleccionados "porque são grandes",  até aos favoritismos do directório de Bruxelas, cada vez mais reduzido aos mesmos Big Five. Na bola, a trapaça, a indignidade assumida como norma que falsifica o espírito desportivo, dá-nos uma ideia daquilo que seria uma "federação". Um asqueroso chiqueiro. Aliás, a pocilga já existe e vai enchendo a cada dia que passa.

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publicado às 07:40

Política internacional no Euro 2012

por Samuel de Paiva Pires, em 18.06.12

 

(daqui)

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publicado às 00:19

Força Portugal!

por Samuel de Paiva Pires, em 17.06.12

Um grande jogo da selecção nacional, a mostrar uma grande maturidade depois de estar a perder por 1-0, com particular e evidente destaque para Cristiano Ronaldo, autor dos dois golos que consagraram a vitória portuguesa. Magnífico trabalho de Paulo Bento, é o que as três excelentes exibições até ao momento deixam adivinhar. A República Checa é o adversário que se segue, nos quartos de final. Força, rapazes!

 

 

 

(imagem do Sapo

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publicado às 21:44

Do patriotismo e da nação portuguesa

por Samuel de Paiva Pires, em 15.06.12

Aqui fica o meu terceiro artigo escrito para a secção de opinião do Diário Digital, também publicado no blog da Real Associação de Lisboa:

 

 

Como quase todos os conceitos políticos e filosóficos, também o patriotismo é alvo de inúmeras conceptualizações conflituantes que, segundo Alasdair MacIntyre, ocorrem num espectro que tem num extremo a ideia de que o patriotismo é uma virtude e, noutro, que é um vício. Resumidamente, pode-se definir o patriotismo como o amor pelo próprio país, identificação com este e preocupação com os nossos compatriotas. Não é despiciendo referir a comum sobreposição e confusão com o nacionalismo, pelo que importa salientar a distinção que Lord Acton opera, afirmando que o nacionalismo está ligado à raça, algo que é meramente natural e físico, enquanto o patriotismo se prende com os deveres morais que temos para com a comunidade política.

 

Por outro lado, talvez seja mais fácil pensar que o patriotismo pertence àquela categoria de conceitos que se não me perguntarem, eu sei o que é. Isto acarreta vários problemas, especialmente no que concerne à transposição e utilização do patriotismo no debate político. Também o interesse nacional e o bem comum são conceitos que podem pertencer a esta categoria, e também sobre estes há inúmeras perspectivas. José Sócrates invocou recorrentemente o interesse nacional para se recusar a pedir ajuda internacional, quando já era mais do que sabido que não só a viabilidade financeira do estado português estava em causa, como também a soberania nacional. Como poderia ser do interesse nacional – conceito que está directamente relacionado com o patriotismo – persistir naquele caminho?

 

Acontece que, em democracia, os partidos políticos são necessários mas promovem, frequentemente, a fragmentação da sociedade num clubismo irracional e num sectarismo que deixa ao critério da opinião da maioria a decisão sobre o caminho a seguir. Quando os limites à acção governamental não são bem definidos e fortes, quando a separação de poderes não actua como deveria no sentido da difusão do poder, isto pode ser perigoso para todos os indivíduos de uma comunidade nacional organizada politicamente num estado. Ademais, tendendo o estado moderno para a adoração de símbolos nacionais, contribuindo para a criação, acrescentando-se ou substituindo-se a um sentimento patriótico, deixar que no debate político uma das partes se possa livremente ancorar no patriotismo para justificar as suas acções, ou seja, apelando à emoção e não à razão, pode ser fatal não só à parte contrária como à nação.

 

Claro que a política é feita em larga medida de emoção. Mas sendo o patriotismo o amor pelo próprio país, cada indivíduo desenvolve à sua maneira esse amor. Frequentemente, como acontece em Portugal, este amor revela-se numa assertiva e mordaz capacidade de crítica, provavelmente herdeira da nossa veia queirosiana. Pode até levar a um “intenso sofrimento patriótico, o meu intenso desejo de melhorar o estado de Portugal”, como no caso de Fernando Pessoa. Aquilo que o patriotismo não deve ser, é um amor acrítico, muito menos por partidos políticos e governos, porque também de acordo com Pessoa, "O Estado está acima do cidadão, mas o homem está acima do Estado", e é preciso não esquecer que o falso patriotismo, que, por exemplo, descura o bem-estar dos nossos compatriotas, e que habitualmente se revela nos auto-proclamados patriotas, é, como Samuel Johnson afirmou, "O último refúgio de um canalha."

 

Vem isto a propósito, também, do momento que vivemos de ocasional exaltação patriótica, em virtude da participação da selecção nacional de futebol no Euro 2012. Gosto de futebol, e gosto de vibrar com futebol, especialmente com a selecção nacional. Mas é com pesar que observo o lamentável espectáculo a que por estes dias podemos assistir nas ruas de Portugal: as bandeirinhas nacionais na janela. Parece-me ser um fenómeno de patriotismo falso, artificial, ainda para mais quando em Portugal existe uma enorme apatia pelo envolvimento na causa pública, que se reflecte na falta de fiscalização e limites à actividade governamental, não sendo, por isso, de admirar os abusos a que governos vários nos sujeitam.

 

Uma nação que se deixa esbulhar e ir à bancarrota sem espernear, que deixa que a sua pátria seja violada por algo como o Acordo Ortográfico, que ainda assiste impávida e serena ao pavonear dos actores principais deste triste fado, e que só com a selecção nacional de futebol se deixa exaltar num patriotismo pífio, não é uma nação. É uma caricatura e o espelho da pobreza de espírito que grassa em Portugal.

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publicado às 09:46

A posição da Alemanha como fruto do acaso

por Samuel de Paiva Pires, em 09.06.12

Se considerarmos hipoteticamente que as selecções reflectem o espírito das respectivas nações, pode-se dizer que neste jogo como na União Europeia, os alemães não sabem lá muito bem como é que ganharam... 

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publicado às 22:35

Muito bem, Paulo Portas!

por Samuel de Paiva Pires, em 08.05.12

 

(imagem daqui)

  

No Sol

 

"O Governo não vai seguir o apelo da chanceler alemã e do presidente da Comissão Europeia e admite fazer-se representar nos jogos de Portugal no Euro-2012.


«Para o Governo português, política é política, futebol é futebol. E misturar questões muito relevantes de direitos humanos na Ucrânia com a realização do Euro-2012, que já está decidido há vários anos, não é de todo opção», adiantou ao SOL o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros."

 

O mote para o boicote ao Euro-2012 foi dado pela chanceler alemã. Angela Merkel já fez saber que não vai assistir ao primeiro jogo da Alemanha, no dia 9 de Junho, em Lviv – que tem precisamente Portugal como adversário – e lançou o apelo aos seus ministros e aos restantes líderes da UE para não participarem no evento, como forma de protesto contra o tratamento a que tem sido sujeita Iulia Timochenko, ex-primeira-ministra, pelo regime do Presidente Víctor Yanukóvich. Timochenko está presa, doente e em greve de fome, em Lviv.

 

Uma decisão certeira e que num assunto que parece politicamente irrelevante acaba por dar um sinal de rebeldia em relação a Berlim. De relembrar a carta aberta à Europa que há tempos assinei com o Nuno e o Miguel Castelo-Branco.

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publicado às 20:32

No futebol é sempre à grande

por Pedro Quartin Graça, em 06.01.12

Portugal não deixa os seus créditos em mãos alheias e lidera o ranking das despesas hoteleiras com o Euro de Futebol: 33174 Euros por noite. Aqui já ganhámos. É obra!

 

Confira aqui a fonte:

 

País -----Hotel------Despesas diárias

 

1. Portugal Opalenica 33.174 euros

2. Rússia Varsovia 30.400 euros

3. Polónia Varsovia 24.000 euros

4. Irlanda Sopot 23.000 euros

5. Alemanha Gdansk 22.500 euros

6. Rep. Checa Wroclaw 22.200 euros

7. Inglaterra Cracovia 19.000 euros

8. Holanda Cracovia 16.200 euros

9. Itália Wieliczka 10.500 euros

10. Croácia Warka 8.300 euros

11. Dinamarca Kolobrzeg 7.700 euros

12. Espanha Gniewino 4.700 euros

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publicado às 08:34






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