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Experiências americanas em Portugal

por Nuno Castelo-Branco, em 29.05.12

Já passaram umas duas ou três gerações desde que o mundo se tornou no alvo para uma das mais exóticas formas de fazer dinheiro. O estrelato pelo horror já não se compadece com películas de Boris Karloff ou outras stars dos tempos do preto e branco. Produzem-se séries sobre séries, listas sobre listas, pianistas, comboios da morte e o diabo a sete. A partir dos anos 30 tudo girou e gira em torno do nazismo, conhecendo-se até à exaustão, todos os pormenores mega-sórdidos do sistema engendrado e colocado em prática pelo Sr. Himmler e assessores. Um dos pontos incontornáveis de qualquer programa Made in USA sobre o nacional-sociialismo, consiste na apresentação das mais inacreditáveis e abjectas experiências praticadas em humanos.

 

Pelo que agora se sabe, a nossa aliança com os EUA tem servido para pontes áreas para certas localidades em "momentâneas dificuldades face a vizinhos belicosos" - e são-no, de facto - e missões "sem dar cavaco" aos portugueses. O que não sabíamos é que certos acordos se estendiam a experiências científicas em que humanos - evidentemente pobres e entregues aos cuidados do "Portugal democrático do Abril de infinitas promesas", sem família e carentes de toda a espécie de confortos do nosso tempo - faziam de cobaias para as doutas sapiências da Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa e da Universidade de Washington. Já eram bem conhecidos os episódios experimentais do "fósforo em tapete" sobre as cidades europeias e japonesas, do nuclear nas populações atingidas pelas bombas de Alamogordo e dos desfolhantes - o agente laranja- na Indochina. Mas isto é uma novidade de casa, do regime. Agora esperamos para ver o que o Estado fará, chamando à responsabilidade os crânios da dita Faculdade da nossa capital.  Ou não passará isto tudo, de mais uma das guerras corporativas visando a obtenção de proventos?  Dada a forma como certas notícias correm no nosso país, há que ter em atenção mais uma campanha de terrori que a instalar-se, provocará uma corrida aos consultórios dos dentistas. O que há a dizer está dito, resta-nos apenas esperar por mais novidades americanas.

 

Nada de anormal, afinal de contas a questão judaica teve como dilecta precursora, a solução final dos índios americanos e até os números em liça são idênticos. Tudo conforme as regras da civilização, coisa pouca e sem directo a Hollywoodescas realizações de Spielberg. 

Veja o video publicado no Aventar.

publicado às 00:26

Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray:

 

«Começou a perguntar a si mesmo se nós poderíamos um dia tornar a psicologia uma ciência tão absoluta que nos pudesse revelar as mais recônditas molas da vida. Com as noções de que dispúnhamos equivocámo-nos sempre a respeito de nós mesmos e raras vezes compreendíamos os outros. A experiência nenhum valor ético possuía. Era apenas o nome que os homens davam aos seus erros. Os moralistas haviam-na, em regra, considerado como um modo de advertência, haviam-lhe atribuído uma certa eficácia ética na formação do carácter, haviam-na exaltado como alguma coisa que nos ensinava o que devíamos seguir e nos mostrava o que devíamos evitar. Mas na experiência nenhuma força motriz existia. Era uma causa activa tao exígua como a própria consciência. A única coisa que ela deveras demonstrava era que o nosso futuro havia de ser o mesmo que o nosso passado, e que o pecado que nós uma vez havíamos cometido com repugnância o volveríamos a cometer muitas vezes, e com prazer.»

publicado às 22:22

Consegui, Samuel!

por Cristina Ribeiro, em 19.11.08

 

 

 

publicado às 13:29

Vamos lá ver se funciona

por Cristina Ribeiro, em 19.11.08

 

 

 

publicado às 01:24






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