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Falácias do Estado interventor na economia

por Samuel de Paiva Pires, em 08.02.11

Há já algum tempo que venho gizando mentalmente um texto sobre as distorções de mercado provocadas pelas políticas intervencionistas do governo, como por exemplo as linhas de crédito às PME's. Enquanto não o faço, aqui fica um excelente apontamento de Gabriel Silva, no Blasfémias, a respeito da promoção de exportações socrática:

 

"O Ministério da Economia só serve para lixar a vida dos portugueses. Então com Vieira da Silva a dirigi-lo, é um fartar vilanagem.

 

Agora esta treta das «linhas de apoio ás exportações». Mais um roubo aos portugueses.

 

Repare-se: o estado aumenta impostos e taxas e custos administrativos ás empresas. Estas terão de cobrar mais pelos seus produtos/serviços: pagam os consumidores e diminuiu competitividade internacional.

 

Vai daí e o Estado resolve «ajudar» as empresas na exportação: subsídios (dinheiro dos contribuintes); juros bonificados (preço de crédito abaixo de custo de mercado, pago pelo contribuintes); seguros de crédito (em condições favoráveis face ao mercado, portanto abaixo de custo e com risco superior, a ser tal custo/risco suportado pelos contribuintes).

 

Quem ganha com esta operação? Os consumidores estrangeiros, que obtêm produtos mais baratos.

 

Quem perde? Os consumidores nacionais + os contribuintes que financiam estas palhaçadas + as empresas que não precisam, ou não são «admitidas» a este tipo de incentivos  mas que são vítimas desta concorrência desleal + a produtividade e inovação que diminuem, por serem apoiados artificialmente produtos/serviços fora das condições de concorrência;"

publicado às 23:12






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