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O Quinto Elemento

por Fernando Melro dos Santos, em 18.09.12

Boa noite a todos.

 

O impante democrata, prócere do social-proteccionismo e pai fundador do marasmo, Mário, urge hoje a comunidade a que se ponha, quanto antes, sob a égide de um governo, e cito a notícia do JNeg, nomeado e sem recurso a eleições.

 

Aguardo, expectante, que os provedores do bem comum, vegetarianos para quem uma alface vale mais que um feto, e tudo é um direito adquirido à nascença, venham agora zurzir Mário, o Vetusto, com a mesma plétora de epítetos e sequiosa gana com que mungiram MFL até à secura.

 

Delenda Carthago Est e bem hajam.

publicado às 20:22

Vender carros a estrear (em 4ª mão, claro)

por Nuno Castelo-Branco, em 03.05.11

Afinal, todo aquele alarido acerca dos malefícios do famigerado FMI, esfumaram-se como se um toque da varinha da maga Patalógika tivesse resolvido o problema. O auto-entusiasmado pai de dois meninos que frequentam elitistas colégios privados - o Colégio Moderno da Nomenklatura dinástico-republicana e o Colégio Alemão -,  discorreu acerca daquilo que não acontecerá.

 

Propaganda da melhor e com a já habitual participação dos pavões do jardim de S. Bento, há que dizê-lo. Ficamos agora à espera daquilo que foi "acordado" com a Regência estrangeira. Até amanhã, o que interessa aí virá.

publicado às 23:15

Pergunta útil sobre a vinda do FMI

por João Gomes de Almeida, em 12.04.11

O fim-de-semana prolongado de 25 é para manter, certo?

publicado às 20:25

FMI: e se dissessem a verdade?

por Nuno Castelo-Branco, em 14.01.11

Ruínas num tempo perdido

 

Sendo a actual campanha eleitoral, um mero expediente de calendário para a nanidade que a instituição presidencial representa - como ontem surpreendentemente muito bem avisou o candidato Coelho, a presidência da República, nem sequer é um Poder Moderador -, o país devia preocupar-se mais com a questão das finanças públicas e sobretudo, com uma economia estagnada e sem grandes perspectivas de futuro. O FMI tem sido apresentado como um perigo iminente, como se Portugal corresse o risco de ser colocado sob ocupação de tropa estrangeira. Estando reduzido a um protectorado da ainda indefinível liderança europeia comandada por Berlim, os leilões da dívida soberana têm atraído compradores, que se para a maioria são desconhecidos, para alguns significam apenas uma intervenção indirecta do BCE, significando isto, a salvaguarda do Deutsche Mark, o conhecido Euro.

 

Como se justifica então, a disparatada alegria pela venda de títulos, quando os juros são estratosféricos e já apontados como ruinosos? A resposta deverá procurar-se nos meandros da política europeia e dentro de portas, no regime português. A chegada do FMI poderia significar um mais rigoroso controlo sobre as contas públicas, onde a despesa e o desperdício de recursos é por demais evidente. Juros mais baixos, adiamento sine die de determinadas obras de fachada, racionalização do sector empresarial do Estado, ou a questão das parcerias público-privadas, consistem em temas pouco interessantes para quem vê o Estado como um campo de acção para os conhecidos caçadores-recolectores. Os agentes políticos alegam abertamente a "humilhação" do país, no caso da intervenção do FMI ser necessária. Não existiu qualquer tipo de "humilhação" quando tal aconteceu há perto de três décadas e pelo contrário, os benefícios foram evidentes. Poucos portugueses quererão a entrada de estrangeiros na condução dos negócios do país, mas este, é um dado há muito adquirido, principalmente após Maastricht. O problema consiste na humilhação dos donos do regime, expostos na praça pública como os uivantes incompetentes e gananciosos que todos sabemos serem.

 

Se for essa a verdade, onde está o problema?

publicado às 12:04

FMI em Portugal Já - A análise de Carlos Santos

por Samuel de Paiva Pires, em 11.11.10

 

"Os propagandistas do costumepouco anónimos, insistem na desculpa da maior crise em 80 anos. Sejamos realistas: a resposta foi errada, ao assentar no défice orçamental. E a taxa de execução da resposta foi minimalista em sectores cruciais. A derrapagem da despesa tem a ver com a negligência do risco na análise keynesiana feita em 2009, baseada em muitos terem acreditado que os valores do défice de 5,9% eram verídicos. Só depois das eleições se conheceu a verdade. O deputado blogosférico do PS insiste na tese conspirativa da Alemanha e da França: como se tivessem culpa do aval do Governo Irlandês à respectiva banca, por exemplo, garantindo a totalidade dos depósitos.

Por esta via, sem assumir que fomos o 3º país a crecer menos nos últimos 10 anos, não vamos lá! Venha quem saiba tomar conta da governação económica de emergência que se impõe."

 

Veja o texto completo AQUI.

publicado às 21:39

Estórias ineo-célticas

por Nuno Castelo-Branco, em 11.11.10

“Não sei se o modelo está ou não errado. O que se pode concluir é que, à semelhança do que está a acontecer nas economias do Leste Europeu, as pessoas não aprendem a viver numa economia de mercado de um momento para o outro e sem que se crie um enquadramento institucional adequado

publicado às 15:16

A "Pesada Herança"

por Nuno Castelo-Branco, em 09.11.10

Qual seria hoje o seu valor, se não tivesse sido vendida uma boa parte? Eis uma questão a colocar ao Sr. Cavaco Silva. Não tardará muito até sermos "aconselhados" a alienar o que resta.

publicado às 22:49

No longo prazo Portugal deixará de ser um país soberano

por Samuel de Paiva Pires, em 07.11.10

Mas será que alguém acredita que os mesmos que nos colocaram nesta situação nos tirarão dela? Eu não acredito. E por isso mesmo, ainda que tenha muito orgulho em ser português, lamento imenso a triste situação a que chegámos, em que me parece que só com uma intervenção externa, poderá ser feito o que tem realmente de ser feito - que não passa pelo protelar da situação, desta bola de neve de endividamento externo que o péssimo Orçamento do Estado para 2011 continuará a promover.

publicado às 16:57

Regras do FMI

por Samuel de Paiva Pires, em 06.11.10

Para já, ao FMI em Portugal Já, juntou-se também o reputado economista Carlos Santos. E, desde logo, para que melhor se perceba o que é o FMI, dá conta das dez regras para a consolidação orçamental. Nenhuma cumprida pelo OGE 2011, infelizmente.

publicado às 12:26

FMI Em Portugal Já!

por Samuel de Paiva Pires, em 04.11.10



Infelizmente, parece que chegámos a uma triste situação em que se torna cada vez mais evidente a necessidade de solicitar a uma entidade externa que viabilize o país internamente e o credibilize externamente. Porque não podemos continuar a assistir à escabrosa situação do país impávidos e serenos, aqui fica a mais recente causa política, que conta já com um blog, uma página no Facebook e um e-mail. Comentários, sugestões e questões são bem-vindas!

publicado às 01:41






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