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Programa Cautelar

por Fernando Melro dos Santos, em 30.04.14

Noticiam hoje os media que o Governo vai aumentar o IVA para financiar a Segurança Social.

 

Decorre daqui que já não é possível manter a ilusão de um Estado Social exequível, cujo funcionamento débil e malsão é tido no cânone oficial como sendo culpa de alguns, os "bota-abaixistas" para Sócrates e os "irresponsáveis" para Passos. Sucede, porém, que ao contrário o Estado -  nos seus aspectos Social e burocrático - funciona mal por culpa de uma imensa maioria:  um eleitorado néscio e concupiscente com os distribuidores de migalhas, e uma corja sem eira nem beira que se abona e acoita por via de RSI's e estipêndios diversos, oriundos do pouco que ainda é possível esmifrar ao trabalho e empreendimento alheios. 

 

Não há outra verdade senão esta: Portugal está assim por culpa dos Portugueses. Evoquemos algumas palavras sábias e certeiras de quem, num outro Mundo que infelizmente vem sucumbindo à mesma maleita socialista que arruina a Europa, sempre entreviu demasiadamente bem este problema.

 

Leiamos o Senador Ron Paul, e reflictamos pois sobre a moralidade da nossa complacência, cobarde e invertebrada, para com os sumidouros a cẽu aberto onde se consome o dinheiro que nos é subtraído por quem detém, indevidamente, o monopólio da força. 

 

 

One day I walked into an operating room, to just be an observant, which we would do generally, as a medical resident. They were performing this hysterectomy, which was a caesarean section. And they lifted out a fetus that weighted approximately 2 pounds, and it was breathing and crying. And it was put in a bucket and set in the corner of the room, and everybody in the room just pretended that they didn't hear it. And the baby died. And I walked out of that room a different person... Roe v. Wade is a reflection of the moral climate of the country, because the law was being defied, and then the law was changed, the law sort of caught up with the culture. So even though we work in the legal area, and work politically, ultimately I believe it's an issue of personal morality, and is a reflection of the country, more so than just the lack of laws. Just changing the laws won't be enough, we will ultimately have to have a society that's moral enough, where the fetus deserves legal protection.

 

Although it is obvious that the Keynesians were all wrong and interventionism and central economic planning don’t work, whom are we listening to for advice on getting us out of this mess? Unfortunately, it’s the Keynesians, the socialists, and big-government proponents. Who’s being ignored? The Austrian free-market economists — the very ones who predicted not only the Great Depression, but the calamity we’re dealing with today. If the crisis was predictable and is explainable, why did no one listen? It’s because too many politicians believed that a free lunch was possible and a new economic paradigm had arrived. But we’ve heard that one before — like the philosopher’s stone that could turn lead into gold. Prosperity without work is a dream of the ages.

  • The Austrians Were Right, November 20, 2008

 

It's a mistake to think that poor people get the benefit from the welfare system. It's a total fraud. Most welfare go to the rich of this country: the military-industrial complex, the bankers, the foreign dictators, it's totally out of control. [...] This idea that the government has services or goods that they can pass on is a complete farce. Governments have nothing. They can't create anything, they never have. All they can do is steal from one group and give it to another at the destruction of the principles of freedom, and we ought to challenge that concept.

  • 1987 

 

 

Question: As a doctor, is it meaningful to you when somebody say that healthcare is a right, or that people have a right to good medical care?

 

Ron Paul: That's incorrect, because you don't have a right to the fruits of somebody else's labor. You don't have a right to a house, you don't have a right to a job, you don't have a right to medical care. You have a right to your life, you have your right to your liberty, you have a right to keep what you earn. And that's what produces prosperity. So you want equal justice. And this is not hard for me to argue, because if you really are compassionate and you care about people, the freer the society the more prosperous it is, and more likely that you are going to have medical care... When you turn it over to central economic planning, they're bound to make mistakes. The bureaucrats and the special interests and the Halliburtons are gonna make the money. Whether it's war, or Katrina, these noncompetitive contracts, the bureaucrats make a lot of money and you end up with inefficiency.

  • All Things Considered, NPR, July 25, 2007

publicado às 16:54

O fim da pantomima relvista

por João Pinto Bastos, em 04.04.13

Há sensivelmente um mês e meio escrevi aqui que sobre Relvas pouco mais há a dizer. O ex-ministro plenipotenciário foi mais do que um erro de casting: no fundo, Relvas foi o expoente máximo de uma forma de governar assente no clientelismo desmultiplicado em cargos e carguinhos. De um "modus operandi" em que o maquiavelismo de trazer por casa é entendido como o supra-sumo da governação. Saiu hoje, e saiu tarde. Demasiado tarde. Há estragos que, por mais que se tentem remediar, são insuperáveis. Ou pelo menos tendem a ser insuperáveis. Porém, independentemente dos prognósticos que se possam fazer acerca do futuro da governação, ainda para mais sabendo que amanhã teremos a publicitação do acórdão dos acórdãos, é bom de ver que, hoje, fechou-se um ciclo. Resta saber o que sairá daqui. Uma coisa é certa: o "ministerium" ficou mais desemperrado com a saída de alguém que nunca soube o que é servir a comunidade. E o essencial é isto. Nada mais.

publicado às 19:44






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