Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Descolonização exemplar

por Nuno Castelo-Branco, em 19.07.12

 

A RTP muito ganharia em ousar, existindo material para fazer mais de mil filmes deste tipo. Um tema que profundamente desagrada aos donos do poder em Portugal, sejam eles a meia centena de parlapatões que pessoalmente enriqueceram com os acontecimentos de há três décadas, ou aqueles que agora recambiados em comissionistas, preferem enterrar o passado sob uma montanha de "investimentos estrangeiros" feitos com o recurso aos cofres da CGD. 

 

Este filme mostra a terra e a gente que a ama, tornando-a produtiva. Fala-se de um crápula estranhamente semelhante a certos fulanos que falando a nossa língua, foram igualmente tão expeditos nos métodos, mas calculistamente mais discretos no discurso, beneficiando da cumplicidade daqueles que na antiga Metrópole assentaram o seu poder no sacrifício dos demais.

 

Não se trata de rancor ou do ensimesmar saudosista de um passado que não voltará. É uma questão de justiça pelo conhecimento da verdade. O caso português dos africanos brancos - a minha família estabeleceu-se em Moçambique em 1885 e de lá regressou noventa anos e cinco gerações depois - torna-se ainda mais flagrante e tão ou mais chocante que aquele apresentado nestas imagens. Em português falamos de traição de Estado, total desprezo pelos concidadãos, perjúrio, roubo e limpeza étnica. 

 

Estamos vivos e perdoamos, mas jamais esqueceremos.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:54

Um cônsul chamuça de coirato

por Nuno Castelo-Branco, em 28.04.12

Não se sabe o nome da sumidade, mas sabemos que representa Portugal nada mais nada menos, senão na mais importante cidade asiática da nossa História. Ouçam a charla e se quiserem um comentário em regra, esse já foi deixado pelo Miguel no Combustões.

 

O ministro Paulo Portas tem mais uns anos para pôr a casa em ordem. Já não é sem tempo, até porque os problemas com as representações diplomáticas não se circunscrevem a croqueteiros militantes e ajuramentados em Paris, Bruxelas e arredores. Pelos vistos, a missão consular em Goa deveria significar algo mais que repastos de badji puri, sarapatel, balchões vários, chacuti e neste caso, chamuças de coirato. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:19

Teotónio Chamuças "De" Souza

por Samuel de Paiva Pires, em 17.01.11

 

Anda por aí um exótico "orientalista", comensal de tudo o que tenha estampado "luso" ou "lusófono". Consiste num daqueles auto-nomeados historiadores que se dedicam à pesca de estorietas de chamuça com recheio de courato.

Sobre este faquir obcecado com pulsões sexuais de outrem - que talvez indiciem os seus assolapados desejos recalcados - , importa realçar que foi um padre jesuíta que por insondáveis desígnios do seu Teos, decidiu despadrar-se e despir o saiote. Consta ter dirigido (?) o Xavier Center de Goa, nisto podendo considerar-se como uma térmita em madeira de sândalo. Também "parece" que rosnou umas palestras lá para a Lusófona, talvez uma coisa de expediente para engrossar cabedais. Melhor faria em exportar sarís, paus de incenso e saquinhos de noz moscada, cumprindo a tradição dos seus maiores. Não foi com "De" Souzas destes que se manteve o Estado da Índia, e o velho Albuquerque lá bem saberia como lidar com esta corja.  O pequenino e pretensioso "De" Souza, guarda oportunamente o passaporte do odiado Portugal e tem promovido uma intensa campanha de ataque à nossa presença no Oriente. Num texto completamente execrável, manifestou que do seu ponto de vista, somos um país de perigosos "pedófilos", "degenerados sexuais", "fachonos" (nem sei o que isso significa) e talvez numa inesperada autocrítica, de sodomitas. O homem do retirado saiote, viu-se ao espelho e está confuso, só pode.

Não se sabe quem e porquê protege esta espécie de cornaca de elefante empalhado, mas aqui fica o link dum texto publicado há tempos, talvez escrito sob a  influência dos prodigiosos efeitos do mascar de folhas de betel. Um escarro que mancha o Herald de Goa e que por cá, nesta Lisboa de outras eras, é pago com o vil metal português. Bem podia ir varrer as escadas do Palácio do Hidalcão!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:24

Chandra Bose: o precursor da invasão de Goa

por Nuno Castelo-Branco, em 10.01.10

 

Chandra Bose com Adolfo Hitler, em Berlim.

 

Uma das lendas mais difundidas em Portugal, consiste na mistificação do complexo enredo político e geoestratégico que conduziria à invasão de Goa, Damão e Diu pela União Indiana (17-12-1961).  Condenada pela ONU, esta invasão ordenada pelo pacifista Nehru - o homem que conseguiu a proeza de malquistar a Índia com todos os países vizinhos -, obedecia aos pressupostos do movimento nacionalista indiano que nos anos 30 e 40 encontrava em Chandra Bose, o perfeito émulo dos ditadores da época, fossem eles o Fuehrer de Berlim, o Duce de Roma ou o Vozhd de Moscovo. 

 

Leia aqui, no Combustões

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:48

Acabo de ler um artigo no « i on line »,

por Cristina Ribeiro, em 20.08.09

 

que faz a apologia do viver entre a natureza; benefícios que bem conheço, e de que falo sempre que vêm a talho  de foice, pelo que não vale a pena fazer chover mais no molhado.

O que desde logo me chamou a atençâo foi o título do artigo: " Recarregar a alma "; porque foi esta a expressão que, num postal enviado de Margão, há alguns anos já, um amigo escreveu para dar conta do que sentira quando, em férias, e vindo de outra parte da índia, aterrou em Goa. Logo ali sentira a que, depois, já em Portugal, me explicou ser " a marca de Portugal ".

Para sempre indelével.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:39






Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D

Links

Estados protegidos

  •  
  • Estados amigos

  •  
  • Estados soberanos

  •  
  • Estados soberanos de outras línguas

  •  
  • Monarquia

  •  
  • Monarquia em outras línguas

  •  
  • Think tanks e organizações nacionais

  •  
  • Think tanks e organizações estrangeiros

  •  
  • Informação nacional

  •  
  • Informação internacional

  •  
  • Revistas


    subscrever feeds