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durante o dia, se encontram, ou, quando muito, são agulha em palheiro, relembrar aquele que João Paulo II declarou, em 2000, patrono dos mesmos, pois que « O Homem que não Vendeu a Sua Alma » - feliz título que os Brasileiros deram ao filme sobre a vida deste " Lord Chancellor" de Henrique VIII - foi canonizado santo da Igreja Católica no dia 9 de Maio de 1935
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continuo na senda da Anglofilia, que é a minha.
Ao contrário do Comandante, sou viciada em biografias, e outros escritos sobre o Homem, a começar pela de Martin Gilbert ( porque foi, realmente, essa a que primeiro li ) até ao recente « Os Charutos de Churchill », e a sequência de " achados ", que inscreveu para sempre no livro de ouro das grandes frases, mas também dos ditos espontâneos e saborosos, é, na verdade enorme, de fazer rir à gargalhada, logo depois de lermos um trecho mais sério.
Como quando uma qualquer lady lhe disse estar ele bêbado. Resposta na ponta da língua:
« Poderei estar bêbado, minha senhora, mas amanhã acordarei sóbrio, enquanto a senhora continuará feia ».

a Igreja festeja o Santo que, nascido em fins do Séc. III, na Ásia Menor, terá sido Bispo de Mira, na Turquia, já no Séc. IV.
Tendo sido o primeiro Santo a preocupar-se com a educação, é S. Nicolau o Patrono dos estudantes, mas porque foi grande protector das crianças, e afamada a sua generosidade, bem cedo o seu nome foi associado ao Natal e à distribuição de presentes.

tinham nascido ainda na freguesia cujo Patrono se festeja hoje. Embora não tivesse sido esse o meu berço, foi em São Martinho de Sande que fiz a catequese, primeira comunhão e comecei a ir à missa: naquela igreja que tinha pintado no tecto um oficial romano a cavalo,partindo a capa que trazia, para com ela cobrir o pobre que, tremendo de frio, lhe pedia esmola.
Só alguns anos mais tarde, aquando da minha primeira viagem a França, soube que aquele cavaleiro que via no tecto da igreja tinha sido bispo da terra que então visitava, Tours, e que nascera na Hungria, e não em Sande.

me prometi, se possível, uma visita a Assis, não tinha lido ainda a impressão que a cidade deixara no espírito de João Bigotte Chorão- « Enfim, um lugar onde o Espírito mora: Assis. Silêncio, recolhimento, respeito, uma verdadeira emoção religiosa e uma grande pureza nesta terra que me lembra um presépio» ( « Diário Quase Completo» ).
Para alguém que gosta tanto de Itália- com primazia para Florença, e Roma, claro- este é o maior dos incentivos...
Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve luz.
Ó Mestre, fazei com que eu procure mais:
Consolar que ser consolado.
Compreender que ser compreendido.
Amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.
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Leio num almanaque que hoje se celebra o Dia de S. Francisco de Assis, e, também, o Dia dos Animais.
Natural que assim seja, pois o amor que pregou entre os homens, estendeu-o ele aos animais. Deixou tudo, literalmente, e disse " Meus irmãos homens, e meus irmãos animais".
A ele se deve a mais bonita das orações: a Oração da Paz!
"A armada da Índia partiu com o vento favorável.
Ao abandonar o litoral português, as cinco naus entraram no mar aberto. Francisco Xavier reparou então no raro encanto do ilimitado".
Excerto do livro de Jesús Sánchez Adalid, que me tem empolgado nestes últimos dias de férias. Nele, o escritor espanhol relata, numa escrita atraente, a vida do apóstolo do Oriente, detendo-se com especial ênfase na acção que empreendeu na Índia Portuguesa.
A grandeza da alma do missionário está bem presente ao longo das 336 páginas, ele, que sempre tomou como suas, e delas fez fé, as palavras que Inácio de loyola lhe dirigiu: "De que serve
ao homem conquistar o mundo, se no final perde a alma?".