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O Islão e a homofobia

por Samuel de Paiva Pires, em 19.06.16

Parvez Sharma, Gay Muslim: Islam Is No Religion of Peace:

Calling Islam a religion of peace is dangerous and reductive. Like the other two monotheisms that precede it, it has blood on its hands. It’s time we Muslims start looking inward at our own communities so that the bloodshed can stop. I’m convinced that Mateen’s attitude is not fringe. It can be found everywhere from Mecca to my own mosque in New York City.

The vast canon of Islam that emerged after the Prophet Muhammad’s life has enough sanction for violence, if you know what you are looking for. And there is no lack of homophobic condemnation either. The Quran itself remains vague on the matter, lazily regurgitating the Old and New Testament’s story of the Nation of Lot. And for the majority of 1.6 billion Muslims, many of them plagued by poverty and illiteracy, the debates going on amongst the Western Muslim pundits, will make no sense. What they listen to is Khutba (Friday sermon) after Khutba that talks about homosexuality as a sin amongst other matters of religious import.

Yes, most Muslims are muddling through life, putting food on their families’ tables just like everyone else. There are countless sectarian divisions within the vast faith. But if even a fraction of a percentage of this population believes gays should be put to death, we have a problem that cannot be dismissed so easily.

 

Alberto Gonçalves, Os islamófilos:

As acusações de "islamofobia" são a tentativa de simular escândalo face aos triviais, e compreensíveis, receios do cidadão comum: lá por conter umas dúzias (ou uns milhões, não importa) de extremistas, o islão - homessa - é essencialmente moderado. Por mim, tenderia a crer piamente no islão moderado se este entregasse com regularidade os seus radicais filhos à polícia ou, na falta de esquadra próxima, os pendurasse no alto de um poste. A quantidade de desculpas prontas ou pesares tardios com que trata psicopatas faz-me duvidar ligeiramente do empenho do islão moderado em justificar a designação. É claro que muitos muçulmanos não sonham com a explosão de transeuntes. Porém, já que se pretende banir ou castigar opiniões, seria interessante questioná-los sobre o respeito que dedicam às mulheres, a certos grupos étnicos, a determinadas religiões e, se não for maçada, aos homossexuais. Aliás, eles respondem ainda que ninguém lhes pergunte. Os "activistas" é que fingem não ouvir.

 

Andrew C. Mccarthy, Killing Homosexuals Is Not ISIS Law, It Is Muslim Law:

The inspiration for Muslims to brutalize and mass murder gay people does not come from ISIS. It is deeply rooted in Islamic law, affirmed by many of Islam's most renowned scholars. This is why, wherever sharia is the law, homosexuals are persecuted and killed.

publicado às 13:18





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