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Janeiro de 2012: nem mais tempo nem mais dinheiro. O jornal que noticia isto, como qualquer outro que o tivesse noticiado, não critica, não analisa, não aprofunda, e não afere a verosimilhança daquilo que noticia.
Fevereiro de 2013: mais tempo, e em breve mais dinheiro. O mesmo jornal, como quaisquer outros, apresenta o facto consumado como se não tivesse ao longo do último ano apresentado o seu preciso oposto.
Pode parecer que nada, além da incompetência e irrelevância deste, e de todos os outros jornais, pode ser inferido tendo presentes ambas as datas à frente dos olhos. Contudo, não é bem assim, porque algo foi ganho: tempo, neste caso praticamente um ano, doze meses em que a opinião pública, i.e. das massas que a) engolem cavalo por vitela ou b) assentem à voz do dono, andou quieta e caladinha a olhar para a árvore com a floresta inteira a arder.
Perante factos, só sobra uma pergunta inteligente a fazer. Quem é que enterra dinheiro nestas máquinas de formatar néscios?
Versão deste post para pessoas com cognição diferenciada: o PIB vai passar de -3.8% para +1% já em 2014, é preciso é que todos paguemos porque assim todos pagamos menos.
Subscrevo inteiramente este post do JCS:
«Mas depois, quando aparece um responsável do IEFP a explicar que o erro foi apenas colocar lá o nome da candidata escolhida, ninguém lhe pergunta por que raio se publica uma oferta que já tem uma candidata escolhida. Porquê? Para quê? Quem tomou essa decisão? Com que objectivo?
É isto que eu acho extraordinário: Ninguém perguntar aos responsáveis que estupidez é esta, como se fosse suficiente a explicação de que o nome que lá apareceu não devia ter aparecido. É como chegar a casa e apanhar a mulher com outro. -Então que pouca vergonha vem a ser esta, querida? -Querido, tu é que não devias ter aparecido, porque de resto está tudo bem.»