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Belmiro´s oil

por John Wolf, em 20.08.13

O Belmiro pode dar as festas que quiser. Na minha opinião pode deitar foguetes maiores que os do Lorenzo. Pode gastar meio milhão de euros em balões maiores que os da Pamela. A SONAE não precisa de ser governo, oposição ou partido político para mostrar como se faz. O clube de produtores Continente é um excelente exemplo de como se pode ajudar a economia nacional, de como pode ser a economia de Portugal. Belmiro de Azevedo sabe que ao apoiar os produtores nacionais está a contribuir para elevar o seu nível de rendimento e a garantir a sua sustentabilidade. O gestor também sabe que está a garantir o emprego de inúmeros trabalhadores que também são consumidores, seus clientes. O que faz falta? Faz falta a Judite de Sousa entrevistá-lo e perguntar se não tem vergonha por fazer compras aos produtores nacionais no valor de 334 milhões de euros. 

publicado às 16:56

A Civilização do Espectáculo*

por Samuel de Paiva Pires, em 20.08.13

Por motivos vários, tenho andado um pouco alheado da espuma dos dias mediática e do que ultimamente tem preocupado as redes sociais. Contudo, não consigo resistir a tecer um breve comentário, sob a forma de interrogação, acerca do episódio Lorenzo-Judite, não de qualquer teor moralista ou político, até em larga medida superficial, mas que efectivamente a minha mente me força a exteriorizar alicerçando-se naquela ideia de Wilde de que "só as pessoas superficiais não julgam pelas aparências": quando uma jornalista que, a avaliar pelos comentários cada vez mais despropositados nas entrevistas a Marcelo Rebelo de Sousa e a Medina Carreira, parece cada vez mais tonta e considera interessante entrevistar num telejornal um exemplo perfeito e acabado de um douchebag só porque este tem dinheiro, o que é que isso quer dizer sobre um certo jornalismo luso e sobre os espectadores que gostam de consumir isto? Ou dito de outra forma, quando os telejornais parecem paulatinamente transformar-se parcialmente em versões das revistas cor-de-rosa e as redes sociais se entretêm com o que daí emana, o que é que isso diz sobre o país? Alguns dir-me-ão que há mercado para isto. Felizmente que já há algum tempo percebi que o mercado não é critério exclusivo - e frequentemente não é sequer critério - para aferir a qualidade. 


*Título roubado a este livro de Mario Vargas Llosa.

publicado às 15:52

Que descaramento!

por Nuno Castelo-Branco, em 17.08.13

A diferença entre esta preconceituosa pateta recauchutada e este miúdo extravagante, é simples: ela é uma recolectora do esquema vigente, enquanto ele aparenta ser um gastador que talvez involuntariamente dá de comer a muita gente.  Numas tantas penadas, aqui está a verdade.

 

Interesse a quem interessar o estilo de vida do garoto, tanta sandice vinda de quem bem se refastelou na RTP, não deixa de ser um sintoma bem típico do actual estado de coisas. Um dia destes, alguém terá de se lhe dirigir com mesmo termo você que a fulana emprega e perguntar-lhe:

 

- Você não se enxerga? 

publicado às 21:09

Judite e a imparcialidade de Seara

por John Wolf, em 24.01.13

 

Não sei se está escrito no manual de instruções da TVI. Não sei se está escrito na clausula contratual sobre conflitos de interesse. Mas não tenhamos dúvidas que a questão deontológica será colocada, se não preventivamente, certamente na sequência da cobertura da candidatura de Fernando Seara pela TVI e, designadamente, pela jornalista Judite de Sousa. São estas ligações político-mediáticas (não ponho o Futebol ao barulho) que suscitam ainda mais dúvidas no espírito do cidadão, toldado por pecadilhos atrás de pecadilhos do firmamento político nacional. Quando o Jornal Nacional abrir às 20 horas será que a Judite se vai referir ao candidato como "o meu Nando" ou "o candidato Fernando Seara"? Mesmo que não abra a boca, mas apareça em estúdio na TVI com um laço engraçado ao pescoço, a sugestão será imediata. A insinuação será instantânea. Que um dos jogadores foi ajudado pelo árbitro. Não há nada a fazer. Faz parte da natureza humana, seja boa ou má. O grau de parentesco ofuscará as mais brilhantes noções imparciais que a Judite de Sousa venha a proferir. A direcção de informação da TVI tem, a meu ver, que realizar uma reunião de emergência para aferir as várias dimensões desta relação de parentesco. Num quadro de normalidade ética, o adequado seria haver uma forma selectiva de nojo que determinaria a abstinência da Judite de Sousa sempre que o seu marido viesse à baila televisamente. Uma separação temporária e não um divórcio. Não me parece que seja esse o caminho que irão tomar. O tele-espectador sentir-se-ia respeitado e a TVI abriria porventura um precendente no que diz respeito ao comportamento dos media no capítulo das ligações perigosas. Se algum dos visados tiver um mínimo de decência, saberá recuar e prestará um serviço à já fragilizada Democracia Portuguesa. Esperemos para ver. Ou melhor, esperemos que não tenhamos de ver um triste filme que envolve vários corpos de influência. Ás oito, pontualmente na TVI.

publicado às 17:02






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