Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Romagem de lazer ao Kosovo

por Nuno Castelo-Branco, em 18.03.16

 

 

Parte hoje mais uma missão das F.A.P. para o Kosovo, um local mal afamado pelas razões que todos conhecem e a maioria prefere ignorar. Esperemos que desta vez impeçam crimes como aqueles facilmente identificáveis no filme que aqui fica.

Não se trata de uma missão em qualquer espaço da lusofonia. Após 1974, além de todas as bravatas jamais cumpridas, também nos prometeram que jamais as F.A.P. seriam enviadas para fora do âmbito da defesa do espaço português stricto sensu mas, condescendamos, reinterpretemos isto à luz da realidade da CPLP.

Parem de nos comprometer e em consequência, de nos envergonhar. 

publicado às 13:51

Criminosas sacanices na albanesas

por Nuno Castelo-Branco, em 01.09.14

A destruição das igrejas cristãs no Kosovo. Autores? Os protegidos dos Senhores Clinton, Bush 2 e Barack Hussein Obama.

publicado às 21:00

A agenda actual do Comité Militar da NATO

por Samuel de Paiva Pires, em 13.05.09

 

(imagem tirada daqui)

 

Daniela Dias Rodrigues no blog da Comissão Portuguesa do Atlântico / Associação da Juventude Portuguesa do Atlântico:

 

Assim, no que concerne ao Afeganistão, o Comité foi actualizado do progresso conseguido pelo exército afegão, que detém o controlo de grande parte da capital Kabul e, que participa em cerca de 80% das operações. Estabeleceu-se ainda o aprofundamento da Afghanistan National Development Strategy, para melhor treinar e monitorar as forças de segurança afegãs, preparando-as para assegurar eficazmente a segurança durante o período eleitoral, agendado para o próximo mês de Agosto, acontecimento que requer uma atenção especial, reconhecendo-se a necessidade de um aumento de tropas e das suas capacidades.
Relativamente à questão do Kosovo, foram analisados os progressos em termos de segurança na região, tendo o Comité estabelecido uma videoconferência com o General Yves de Kermabon, actualmente no comando da European Union Rule of Law Mission in Kosovo, o que reforça o envolvimento e a conjugação de esforços de ambas as instituições, na pacificação do território e no suporte às autoridades locais. Definiu-se a importância de ampliar as competências da NATO Response Force, para que possa estar apta a responder a possíveis crises imprevisíveis, tanto ao nível da defesa colectiva, como a focos de conflito interno.
Na questão da pirataria ao largo da Somália, foi consensual o entendimento em prolongar a actividade da Aliança na região, numa missão a longo prazo, cuja duração será discutida posteriormente, através de uma análise e orientação política, no âmbito da reunião prevista para Junho, ao nível de ministros da defesa.
Paralelamente a isto, representantes militares da Ucrânia e da Geórgia, reuniram-se, separadamente, com o Comité militar, tendo o mesma considerado positivamente a vontade e determinação de ambos em participar e contribuir nas operações da NATO, encorajando à continuação do empenho e dos esforços destes dois países, na reforma dos respectivos sectores da defesa.

publicado às 00:43

Não sei se é verdade ou não

por Samuel de Paiva Pires, em 09.12.08

Mas uma coisa é certa, as relações Portugal-Sérvia não andam propriamente na mó de cima:

 

Domingo passado, durante uma entrevista a um canal televisivo sérvio, o chefe da diplomacia da Sérvia, Vuk Jeremic, disse que Amado lhe telefonara na véspera de Lisboa anunciar a decisão de reconhecer a independência do Kosovo, pedindo-lhe desculpas e justificando a decisão com fortes pressões externas.


Hoje, questionado à margem de uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, Luís Amado afirmou que "isso é completamente falso", sustentou que não faria "nenhum sentido pedir desculpas" e negou ter sequer telefonado ao seu homólogo sérvio.

publicado às 23:27

Rice crispies de Condoleezza

por Nuno Castelo-Branco, em 05.09.08

 A secretária de Estado norte-americana encontra-se hoje com os governantes portugueses e não será muito difícil concluir que esta visita se insere nas movimentações junto dos Aliados, para o reconhecimento da "independência do Kosovo". Na breve conferência dada no Palácio das Necessidades, Rice descartou qualquer possibilidade de estabelecer um paralelismo entre o processo kosovar e aquele que decorre nas regiões secessionistas da Geórgia. Os argumentos utilizados são no mínimo,  infantis. O paralelismo é evidente até para os mais distraídos americanos que não conseguem situar a Europa geograficamente e apenas um explosivo  cocktail de cobarde condescendência e má fé poderá convencer os diplomatas lusos menos experientes.

 

Não estando em causa os compromissos de Portugal para com a NATO, a posição de alheamento dos conflitos territoriais na Europa de leste, deve permanecer como princípio inamovível da política externa portuguesa. Não podemos - nem disso os EUA têm necessidade -, de sacrificar esse essencial e tranquilizador elemento constante nas nossas relações com os poderes continentais: o não envolvimento. O governo boa política fará se não ceder neste ponto essencial.

publicado às 13:51






Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D

Links

Estados protegidos

  •  
  • Estados amigos

  •  
  • Estados soberanos

  •  
  • Estados soberanos de outras línguas

  •  
  • Monarquia

  •  
  • Monarquia em outras línguas

  •  
  • Think tanks e organizações nacionais

  •  
  • Think tanks e organizações estrangeiros

  •  
  • Informação nacional

  •  
  • Informação internacional

  •  
  • Revistas


    subscrever feeds