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Se a memória não é pequena!...

por Cristina Ribeiro, em 24.04.12




O primeiro genocídio do sécculo xx: 24 de Abril de 1915.


A impunidade turca no genocídio armênio ajudou Hitler a justificar o Holocausto: "Quem lembra dos arménios?", disse ele; a Turquia segue sem reconhecer seu crime "

publicado às 17:07

Por aquelas bandas é preciso um GPS para que ninguém se engane no caminho: corre-se o risco de ter de se passar mais de um ano na prisão.

publicado às 19:17

Já Plauto o dizia « Homo Homini Lupus ».

por Cristina Ribeiro, em 22.02.10

Há tempos, uma qualquer estatística veio dizer-nos que as pessoas mais discriminadas eram os homossexuais. Tendo como ponto prévio o facto de ser contra o casamento entre eles, embora não contra uma união civil que salvaguarde os seus direitos - para realidades diversas, institutos jurídicos diferentes -, defendi, na altura, numa caixa de comentários que pensava serem os deficientes vítimas de maior discriminação, em múltiplos aspectos; pois estes energúmenos italianos vêm agora reiterar o que já então pensava.

             Sei que esta coisa de menosprezar pessoas que tiveram a infelicidade de , um dia , como o filho da empregada de uma irmã, terem de perguntar. - " Mãe, porque é que sou assim ? ", mas que são duma riqueza interior infinatamente superior à desses cretinos, não é de hoje - muito longe disso -, mas esperava-se que o homem evoluísse.

 

Quando me iniciei nestas coisas da internet, alguém me disse que esta era uma porta com duas chaves- bem cedo me comecei a aperceber da veracidade dessa dupla fechadura.

publicado às 18:07

Escreve quem nos enviou, para o Estado Sentido, este vídeo,de filme ganhador de um festival de curtas metragens.

 

Mas o que o diferencia de ganhadores de outros anos é que este não é ficção; retrata uma realidade que, por ser incómoda, nós fazemos por ignorar.

E é tão fácil chorarmos com uma história de amor terna, que saiu da imaginação do argumentista...

 

http://www.cultureunplugged.com/play/1081/Chicken-a-la-Carte

 

* Não esquecendo que Portugal conhece, cada vez em maior número, esta mesma realidade...

publicado às 17:52

" Esquecimentos..."

por Cristina Ribeiro, em 08.11.09

Para o comunismo não houve um Nuremberga II. Os genocidas, os torcionários, os delactores também morrem em casa, num cadeirão em frente da lareira, com manta sobre os joelhos. Escreve o Miguel. Quando sabemos que eram ( são: o comunismo ainda por aí anda, por outras paragens embora ) " todos farinha do mesmo saco ".

publicado às 00:38

Não resisto a roubar este documento

por Cristina Ribeiro, em 01.11.09

ao Pedro. O título fala por si: The Gospel Of Inhumanity

 

 

 

publicado às 16:20

Não haverá uma mão caridosa

por Cristina Ribeiro, em 29.10.09

que faça chegar a Rita Rato- às muitas que há neste país, pois só assim se percebe o voto no comunismo - este texto, imprescindível a todos, tenham ou não uma licenciatura em Ciência Política, de Miguel Castelo Branco, Preencheria as lacunas escandalosas no conhecimento de uma Deputada da Nação.

E, já agora, a Hollywood, também. Um " argumento "  que seria, por certo, um grande êxito de bilheteira.

publicado às 19:40

E os oprimidos, Mr. President ?

por Cristina Ribeiro, em 07.10.09

Via Odisseia chego até aqui. Afinal como é que é? Bem apuro os ouvidos, mas não oiço sinais de revolta ( pelo menos dos mais " atentos " a este tipo de atropelos ). Afinal também sabem assobiar para o ar, quando os protagonistas são mais- ou menos-  iguais do que os outros.

publicado às 14:00

Mais um dia normal na América; de repente o céu ficou cinzento, e choveu em todo o mundo livre. Quando chegou a notícia do dilúvio, um irmão telefonou a uma amiga de Chicago, que,  entre lágrimas, conseguiu dizer: " God Bless America ".

Nesse dia também " vimos, ouvimos e lemos;  não pudemos ignorar ".

E hoje não podemos esquecer.

publicado às 19:07

Como é que Israel pode dormir sossegado,

por Cristina Ribeiro, em 23.07.09

se até a, nem sempre imparcial, ONU reconhece violações do acordo de cessar fogo , por parte de um dos grupelhos telecomandados pelo foco infernal em que se tornou o Irão?

publicado às 22:12

Saudades.

por Cristina Ribeiro, em 16.03.09

 

 

Não tivesse sido assassinado na Somália, aonde fora numa missão de ajuda médica, e o Ricardo teria feito anos no dia seis.

Andámos juntos no Liceu, juntos fomos a Taizé, fizemos piqueniques e acampamentos de fim-de-semana.

No cemitério, com o caixão a descer à terra, uma amiga brasileira tocou esta música, de que tanto gostava, e todos nós juntámos a nossa voz à dela.

publicado às 16:23

Pergunta pertinente,

por Cristina Ribeiro, em 12.03.09

 

 

 

a da Once, aqui. O Pedro responde, aqui.

publicado às 22:59

Incidentalmente, quando fazia uma outra busca,

por Cristina Ribeiro, em 26.02.09

 

deparei com o facto de, já no próximo mês de Março, passarem oito anos sobre o crime de lesa-património mundial perpetrado pelo governo fundamentalista do Afeganistão, taliban, ao mandar dinamitar os Budas gigantes do vale de Bamiyan.

Terá sido esse o pontapé de saída, pelo menos com repercussões no exterior, de toda uma série de actos bárbaros  de uma doutrina que, como qualquer fundamentalismo, mais não é que um passo gigantesco na corrida para o niilismo em que a humanidade parece comprazer-se...

publicado às 01:41

Forçada a permanecer em casa,

por Cristina Ribeiro, em 08.01.09

                                   ( Sala da Última Ceia- Jerusalém )

 

 

 

por uma deslocação do tendão da mão direita, obrigada a tudo fazer com a esquerda, inclusive teclar, faço escorrer o tempo visitando blogues nunca dantes navegados.

É assim que descubro o Ilhas, onde me encanto com uma escrita escorreita, atractiva, que discorre sobre temas pertinentíssimos.

                  Prendeu-me logo a atenção este artigo, no qual- com a ressalva, genérica, de que o extremismo não é exclusivo dos fundamentalistas árabes, pois que pulula igualmente entre os judeus, em igual proporção-  vi espelhada a minha visão sobre o cerne da questão em presença, que recolocou o , dramaticamente  cíclico, inferno naquela zona .

publicado às 14:49

A baía de Tele Aviv é linda,

por Cristina Ribeiro, em 30.12.08

como diz, JMB, e ameno o clima daquela região do mundo; amena e pacífica, senti, também, a convivência, em todos os sítios por onde andei, entre judeus e muçulmanos ( reconhecíveis pelos lenços islâmicos das mulheres ), numa Região que me pareceu vasta o suficiente para todos albergar.

                 Mas os homens têm de estragar tudo, não é?.

             

publicado às 20:52

O que vi em Israel

por Cristina Ribeiro, em 20.12.08

Era noite já, quando fui ao Muro das Lamentações. A iluminação, num amarelo suave, convidava à meditação, ao recolhimento. E foi muito emotivo ver todas aquelas pessoas, de credos religiosos diversos, encontrarem-se no que de essencial pode unir o ser humano: dirigindo-se a um Deus que só pode ser único, não obstante as divisões que nós, os que por cá andamos, insistimos suicidária ,e tolamente, em manter, de uma forma insana, como nos é próprio.

publicado às 12:06

O que vi em Israel

por Cristina Ribeiro, em 19.12.08

Não sendo o turismo o objectivo primeiro desta minha primeira viagem àquela região- sim, porque se para isso houver oportunidade, tentarei lá voltar, de tal modo gostei do que vi-, claro que ia determinada a aproveitar o tempo para ver e sentir o máximo possível.

E isso passava pela opção de visitar apenas uma outra terra, além de Tel-Aviv; e estava claro, também,que seria a cidade deJerusalém.

                      Mas, e antes de falar das emoções vividas na  Cidade Santa, começo pelo fim:

esta foi a última fotografia que tirei, antes de entrar para o avião que me traria de regresso- do  local onde, em Novembro de 1995 o então Primeiro Ministro, Itzhak Rabin, foi assassinado, após ter lido uma mensagem de paz, rodeado por uma imensa multidão que manifestava o seu apoio aos Acordos de Oslo.

O assassino era um fanático religioso, um extremista político-   manchados de sangue, é como acabam sempre tais fanatismos e extremismos.

Um local que não deveria deixar ninguém impassível.

 

 

 

 

publicado às 18:50

Angola, há uns anos,

por Cristina Ribeiro, em 10.09.08

uma amiga minha, professora na Universidade do Minho, desloca-se ao mercado, onde já é conhecida. Uma senhora que vende fruta pergunta-lhe: - " Professora, quando é que acaba isso da Independência? "

publicado às 22:47






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