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Fixem bem esta palavra: Streikunterstützung

por João Quaresma, em 14.11.12

STREIKUNTERSTÜTZUNG

STRIKE PAY

 

In accordance with its standing rules, a trade union which calls a strike pays strike pay to its striking members, and in certain cases also to non-union members . This is intended to offset the loss of income suffered by employees because they lose their entitlement to remuneration while on strike.

Eligibility to receive strike pay normally commences after three months' union membership . In some cases strike pay is not granted during short strikes lasting for no more than three days. As a matter of principle, strike pay is paid only if an employee observes the union strike guidelines. No strike pay is granted if a strike is curtailed or extended without the approval of the strike leadership , or in the event of an unofficial strike by union members.

The actual amount of strike pay received is generally governed by the level of union subscription paid and the duration of union membership; a family supplement is often granted. Strike pay usually amounts to around two thirds of gross earnings.

 

Se fosse na Alemanha, os trabalhadores que hoje fizeram greve teriam direito a 2/3 do salário correspondente a este dia, pago pelo sindicato que a convocou. É a lei laboral alemã que obriga os sindicatos a pagarem Salário de Greve, sendo que os sindicatos dispõem de um fundo reservado para esse fim. O sindicato mais rico do mundo é o IG Metall, o sindicato da indústria metalúrgica alemã, que representa 3,6 milhões de trabalhadores e assim dispõe de um vasto fundo para pagar salários de greve (ou seja pode suportar os custos de uma greve durante muito tempo), o que lhe dá um grande poder negocial. Em Maio passado, ameaçou com uma greve e obteve um aumento dos salários de 4,3%, o maior dos últimos vinte anos.

 

Cá em Portugal, no país das grandes conquistas de Abril, os otários fazem greve e não recebem rigorosamente nada. Nem um cêntimo. E para quê? Para o camarada Jerónimo e o camarada Arménio cantarem vitória, e dizerem na televisão que o país parou e que a jornada de luta foi um grande sucesso.

publicado às 23:00

Em vez de arrumar o estado e diminuir o peso deste sobre a economia, o governo parece apostado em inventar mais burocracia naquilo que não lhe compete:

«De acordo com o projecto que regula o aumento do horário de trabalho em mais meia hora por dia (duas horas e meia por semana), sempre que o trabalhador concordar com a empresa em não trabalhar a meia hora por dia ou 2,5 dias no final de cada semana, ficará com uma dívida de tempo para com o patrão, que pode chegar a um máximo de dez horas ao final de quatro semanas de acumulação, o limite fixado.

 

Assim, a empresa fica com o direito de usar essas horas não pagas, propondo aos empregados que trabalhem alguns sábados, mas também, caso queira e faça sentido para o negócio, alguns feriados obrigatórios ao longo do ano. Terá de escolher quais.»

publicado às 13:05

Global Competitiveness Report 2009

por Samuel de Paiva Pires, em 09.09.09

Para além do que apontam o Jorge Assunção, Adolfo Mesquita Nunes e João Miranda, note-se a consideração quanto aos factores mais problemáticos para a realização de negócios. Os primeiros dois, destacadíssimos, são precisamente a ineficiência burocrática do governo e a restritiva regulamentação laboral. Nada que já não soubéssemos, atendendo a 35 anos de governação à esquerda no que diz respeito à política económica. E depois os liberais é que são perigosos para o país...

 

(também publicado no Novo Rumo)

publicado às 13:28






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