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Quando ouvir de nada serve

por John Wolf, em 30.04.18

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Já estamos habituados. Ouve-se muito em Portugal. Escutam-se uns. Filmam-se outros. Criam-se comissões. Fazem-se perguntas. Mas os resultados são fracos. Não interessa de que bancada parlamentar se fala. Não importa qual o partido político em causa. A soma final é igual a zero. Zero à Esquerda e Zero à Direita. E assim, sem grande sobressalto, escutaremos Manuel Pinho, como tantos outros que já falaram e ofereceram a sua versão corroborrada pelo bom nome e a verdade única que certamente sai pela boca fora. O cidadão português, visado mais do que os outros pela falência ética dos governantes, já se deveria ter indignado de um modo transversal e arrepiante. Refiro-me à podridão sistémica que contamina há décadas a realidade política nacional. Os parlamentares já não podem invocar imunidade seja de que espécie for. Estão comprometidos, mesmo que em conluio abstinente, mesmo que o assunto em causa nada tenha a ver directamente com a sua bancada. A casa da representatividade legislativa, de onde emanam as lideranças, deveria demitir-se em bloco. O mês de Abril, que serve para evocar lirismos e sentimentos de fraternidade, não passa de uma farsa. Há muito que o espírito e corpo da Democracia são postos em causa pelo vil desempenho de lideres no governo ou pela oposição. Assistimos a um festival sem fim de corrupção e transgressões. Confirmamos a associação insidiosa de toda a classe política que não ousa sair à rua em causa própria. Amanhã é feriado. Dia do trabalhador e de uma mão cheia de ladrões.

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publicado às 17:50

 

Falando sobre os corninhos de Manuel Pinho, o Professor Armando Marques Guedes revelou ter ficado surpreendido por não ter aparecido um grupo de apoio a Manuel Pinho, visto que pior do que o gesto deste, foi um dia o deputado do PCP, Bernardino Soares, ter afirmado em plena Assembleia da República que a Coreia do Norte é uma democracia.

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publicado às 13:11

O primeiro-ministro e o ministro da saúde da rep. Checa

por Nuno Castelo-Branco, em 04.07.09

 E falamos nós de uns inofensivos gestos...

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publicado às 21:53

Fraca cornadura

por Nuno Castelo-Branco, em 03.07.09

 

Assim, teria sido mais divertido!

 

 

Inesperadamente e pela primeira vez, o eng. Sócrates deu uma cabal e pública prova de fraqueza, correndo atrás das patéticas exigências de uma indignada oposição. A dois meses e meio de eleições, a demissão deste ministro não passaria de um fait-divers, se tal tivesse acontecido por vontade do chefe do governo, ou por uma daquelas habituais e súbitas "indisposições" que em certos casos forçam à resignação.

 

Sócrates fraquejou. Num Parlamento onde se grasnam todo o tipo de parvoíces e a falta de decência, compostura ou elementar civilidade campeiam, um simples gesto provocou uma tempestade. Todos já terão decerto reparado que desde o ingresso de um certo grupo marginal, o Parlamento assistiu a um tremendo rebaixamento do nível dos discursos, interpelações ou relacionamento inter-bancadas. É o que se sabe e dizia no post de ontem

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publicado às 11:30

Relembrar os feitos

por João Pedro, em 02.07.09

Na despedida de Manuel Pinho, esse grande ex-estadista, a homenagem possível (também extensível ao grande obreiro Mário Lino). Com o patrocínio de S. Exª o Presidente da República Bolivariana da Venezuela.

 

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publicado às 23:48

Porqué no te callas?

por Samuel de Paiva Pires, em 07.04.09

 

(imagem picada daqui)

 

Ou então é demitir-se. Pinho e todos os outros que esquecem que deveriam servir o país e o povo, que nunca souberam o que é o sentido de estado, de causa pública, de serviço público. Faltam-nos homens desses pois. Ainda os haverá? Não era mal pensado um voluntariar-se para a pasta da Economia:

 

Manuel Pinho, garantiu esta terça-feira que «gostava muito de não ser ministro da Economia num país com tantas dificuldades, mas a vida é assim».

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publicado às 21:48






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