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Como era óbvio

por João Quaresma, em 14.09.12

Mira Amaral, em entrevista ao I.

 

[A descida da TSU]«Uma medida destas tinha de ser vendida num pacote de crescimento e competitividade, e não dentro de um pacote de austeridade. Quando uma medida destas, que podia ser positiva, se vende dentro de um pacote de austeridade, é só para levar pancada. Há também aqui um erro político. Esta medida, para ser implementada, com todas as condicionantes de que já falámos, nunca podia ser apresentada numa situação em que percebemos que o governo está de calças na mão. Chamavam-se os parceiros e fazia-se isto complementado com incentivos fiscais ao investimento e à criação de novas empresas, colocando a medida dentro de um pacote global. É evidente que esta medida não cria emprego, mas algumas empresas do sector exportador ganham folga de competitividade, sejamos honestos, e mesmo as empresas do mercado doméstico é evidente que podem diminuir as pressões de tesouraria. Só que isto pode ser anulado pelo facto de o consumo no país diminuir ainda mais e aquilo que ganham num lado perdem no outro. (...)

Tinha sido mais útil para as empresas uma redução dos preços da energia do que uma descida da TSU.»

 

E acrescento eu: e suspender a liberalização do mercado de combustíveis, estabelecendo preços compatíveis com a realidade das empresas e dos clientes particulares, ao invés dos preços absurdos que estão a tornar o transporte profissional e pessoal proibitivo para uma grande parte do país. Em tempo de crise ou escassez, o Estado deve recorrer ao tabelamento dos preços sempre que seja necessário impedir que a especulação prejudique o funcionamento da economia. O aumento do consumo compensaria a perda percentual de receita do ISP.

 

Boa entrevista, que aconselho a ler.

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publicado às 04:55

O ex-ministro de Cavaco Silva e auto-confessado "carregador de pianos" deste, Mira Amaral, criticou as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo, considerando "chocante" a ausência de medidas de redução da despesa pública e a manutenção da abolição dos subsídios aos reformados e pensionistas.

"Há duas coisas chocantes neste pacote: A ausência completa de medidas de redução da despesa pública e a manutenção da abolição dos subsídios de férias e Natal aos reformados e pensionistas", disse à agência Lusa o antigo ministro da Indústria.

"O Governo ao fim de um ano praticamente nada fez para reduzir a despesa pública e isso é muito preocupante. Ao contrário das promessas eleitorais feitas por Passos Coelho e Eduardo Catroga, o Governo não cortou as gorduras do Estado", sublinhou.

E reforçou: "O Governo está a perder 'timing' político. Duvido que faça qualquer reforma estrutural no domínio da despesa pública".

Questionado sobre o aumento da contribuição para a Segurança Social dos trabalhadores (do setor público e do privado), anunciado pelo primeiro-ministro, Mira Amaral considerou que se trata de "um aumento significativo, que é penalizador para os trabalhadores".

Na sua opinião, "é mais um imposto para os portugueses num contexto em que a carga fiscal está já muito elevada. A economia não aguenta mais impostos".

Já sobre a descida da contribuição das empresas para a Segurança Social, Mira Amaral afirmou que "pode ser positiva para as empresas produtoras de bens transacionáveis que competem nos mercados externos, mas também é chocante que as grandes empresas que não estão no sector dos bens transacionáveis, como a PT [Portugal Telecom] ou a EDP [Energias de Portugal], recebam uma ajuda que não precisam e que lhes vai aumentar os lucros".

Segundo o responsável, "isto não faz sentido e é injusto", face aos esforços que estão a ser pedidos aos trabalhadores.

No que toca ao combate ao desemprego, Mira Amaral defendeu que, se o Governo quer baixar a taxa, devia criar "um quadro de incentivos fiscais fortes para atrair empresas que queiram instalar-se em Portugal".

Isto, porque "o Governo não perde nada em dar insenções fiscais durante meia dúzia de anos a empresas estrangeiras, já que se as mesmas não vierem não recebe nada na mesma", salientou.

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publicado às 08:06

Nesta árvore é que não me apanham

por Pedro Quartin Graça, em 16.06.12

 

 

“A nossa marca Banco BIC já é sinónimo de confiança e solidez, o mercado sabe que nascemos em Angola, mas temos capital luso-angolano e gestão portuguesa e damos uma especial atenção ao desenvolvimento de operações comerciais entre estes dois países”, Mira Amaral, Presidente do Banco BIC

 

Não se esqueça é de verificar a quem a árvore pertence... Diga NÃO ao branqueamento da história do BPN, agora travestido em Banco BIC. Os nomes mudam mas o resto, o mais importante, mudará mesmo?

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publicado às 08:41

O antigo ministro da Indústria Luís Mira Amaral considera que a decisão da Moody's de descer o 'rating' da dívida portuguesa é "manifestamente infeliz" e "terrorista", uma vez que o novo governo acabou de tomar posse. Apesar de sabermos "do que a casa gasta", não acreditamos que a Moody´s seja especialmente sensível a tão inusitado argumento de quem, como se sabe, defendeu, em perfeita "sintonia" com o que agora publicamente veicula, que: "A economia portuguesa não aguenta mais impostos", comentando a possibilidade de um novo aumento da carga fiscal.

"Além de a economia portuguesa não aguentar mais impostos, ir dizer aos mercados que se vai começar a discussão do Orçamento do Estado para 2011 logo partindo do lado da receita seria a pior coisa", completou Mira Amaral. 

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publicado às 10:51






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