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É certo que quando um dos principais arquitectos do euro reconhece aquilo que muitos vêm afirmando, que este é um projecto falhado desde o início, nos devemos regozijar. Mas convém ler a entrevista para perceber que os motivos não são os mesmos, e muito menos as soluções que perspectiva, ou não seja Delors um planeamentista. Para este, "It is a fault in the execution, not of the architects, which he claimed to have pointed out in 1997 when the plans for introducing the euro finally came together. At the time, he says, the best of the eurosceptic economists, whom he refers to as “the Anglo-Saxons”, raised the simple objection that if you have an independent central bank, you must also have a state." E o mesmo, como seria de esperar, pretende ver uma maior transferência de soberania dos estados nacionais para Bruxelas e não se importa com a existência de governos tecnocráticos não-eleitos. Seja como for, quando um dos míticos grandes líderes da UE, que o Dr. Soares e companhia referenciam a todo o momento, desfere um golpe tamanho no euro, pouco mais há a dizer.

publicado às 23:21

Socialismo especulativo

por Samuel de Paiva Pires, em 07.11.11

Luís Pedro Mateus:

 

«Já se sabe que para o socialista comum, conceitos como valor do dinheiro é algo que escapa facilmente. Por isso mesmo é sempre importante relembrar a esta gente que dinheiro significa riqueza criada. Fabricar dinheiro sem que haja aumento de riqueza é, historicamente, a forma que os governos encontram para continuar a poder endividarem o país, a gastarem sem critério e a ignorar que é contra natura gastar mais do que existe.

 

Se a inflação, para estes senhores, é algo muito simples e um pequeno dano colateral justificável, para o comum dos contribuintes a inflação significa que, de um ano para outro, tendo trabalhado a mesma coisa e tendo ganho o mesmo, já não se consegue comprar as mesmas coisas. É isto justo?

 

Enquanto estes senhores acharem que as moedas são para andar a brincar, mais se assemelham com aqueles “especuladores” contra quem tanto vociferam. Ou o que é gastar dinheiro que não se tem para depois fabricar mais, assim por magia, a partir do nada? Não é especular?

 

É. E com o dinheiro dos outros.»

publicado às 12:56






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