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CANTIGA DA RUA !

por Nuno Castelo-Branco, em 26.03.10

 

 

Para quem tenha qualquer dúvida, aqui está a prova, sem truques de perspectiva, photoshop ou outras habilidades do género. Alguns órgãos de comunicação social de "referência", já iniciaram a campanha de desinformação, dizendo terem os "Carbonaros" substituído uma certa coisa acintosamente feia e de má memória de um péssimo século, pela bandeira azul e branca.

 

Como sempre, mentem. A novidade é uma não-notícia, porque totalmente falsa!!

 

O mastro estava vazio desde finais de Novembro de 2009, quando ali se ergueu a árvore de Natal que todos os anos promove um banco qualquer.

 

Nos sectores da blogosfera políticamente bem instalada na vida, a resposta obedece previsivelmente ao cânone clássico, preferindo-se desprezar a ousadia e invectivando os monárquicos de patuscos! São tão conservadores e elitistas, estão caquéticos, imobilistas e agarram-se tão ferozmente aos capitosos privilégios de casta! É o eterno argumento dos vencidos reduzidos à defensiva e incapazes de sequer colarem um cartaz, coisa que a passada juventude jamais lhes proporcionou. Sempre tiveram quem o fizesse por eles, a troco de metal sonante. No fundo, fica-lhes bem. Não esperávamos outra reacção, até porque vendo bem as coisas - e concordando ou não com o que por vezes lá se escreve -, o 5 Dias tem uma outra consistência. Pelo menos, ignora-nos e em algo podemos convergir: no patriotismo.

publicado às 10:28

Entrevista de D. Duarte ao semanário Grande Porto

por Nuno Castelo-Branco, em 18.03.10

Mas sente que tem essa responsabilidade? - Sinto. Por isso é que tenho dedicado a minha vida ao serviço de Portugal, descorando muito da minha vida privada e económica. Tenho trabalhado muito em prol da Lusofonia, acho que é uma das coisas de que o chefe de Estado português deveria ocupar-se. Deveria manter a coesão entre os países lusófonos, por nosso próprio interesse. Não sabemos como é que a União Europeia vai funcionar, e se as coisas não correrem muito bem sempre temos uma alternativa. Agora que estamos no clube dos ricos, não podemos desprezar os irmãos pobres. Por outro lado, o Brasil é um dos países com mais sucesso hoje em dia e se perdermos o balanço do Brasil a língua portuguesa vai perder importância."

 

Leia a entrevista  A Q U I 

publicado às 13:45

O feiticeiro de vudú

por Nuno Castelo-Branco, em 27.09.09

 

 

São 18.40h de Domingo e estamos a escassos minutos do encerramento das urnas. De toda esta campanha eleitoral, apenas há a reter um facto político e institucional que se torna incontornável: a tomada de posição do sr. Cavaco Silva.

 

O que o residente de Belém fez esta semana ao seu Partido, demonstra bem o arreigado espírito de escondida empáfia que desde sempre regeu todos os seus actos. Desde a famosa e alegadamente inocente "rodagem do automóvel" numa viagem que o consagraria como presidente do PSD, tudo aquilo que disse, planeou e realizou, deveu-se única e exclusivamente a uma ambição desmedida e disfarçada por silêncios comprometedores, total ausência de um projecto dedicado ao país que lhe deu a proeminência desejada. Sendo uma espécie de buraco negro que faz colpasar toda a matéria atraída à sua órbita, tem sido o principal responsável de um imenso rol de desastres que transformou o Partido naquilo que hoje é, um corpo amorfo, decadente e esvaziado de qualquer tipo de energia. Deixou S. Bento, para logo se referir ao PSD como ..."esse Partido", após o que teve a ousadia de se apoiar na sua estrutura para tentar conquistar Belém. Ao longo dos anos manteve-se numa aparente mudez, enquanto algumas direcções social-democratas iam sendo destruídas, quais bonecos de cera atirados à fogueira por um feiticeiro de sombrios sortilégios ou de vudú. Em proveito próprio, cunhou a "má moeda" que depois denunciou como falsa ou sem préstimo. Diz-se que odeia de morte quem ao longo de anos denunciou aquilo que é normal numa democracia consolidada: escândalos, compadrios, ilegalidades em catadupa e todos os  excessos de um poder que já enlanguescia e por isso mesmo se tornava mais agressivo.

 

Esta semana, o homem que jamais terá ouvido falar de Maquiavel, tornou-se no "príncipe" que é precisamente o oposto do conceito que impõe a velha e sempre desejável máxima "nós somos livres e o nosso rei é livre".

O resultado das eleições é ainda uma incógnita e por isso mesmo torna-se lícito colocar o problema na evidência que bem merece. Como pode a direita confiar neste homem de um egoísmo e capacidade de reserva mental tamanha? 

 

No dia em que Vasco Pulido Valente alerta para o facto de ..."os cem anos de república (que se comemoram a 5 de Outubro) são também os cem anos do fim da monarquia", há que dizer abertamente que se vivêssemos numa sociedade democraticamente normal, esta noite os partidos da direita declarar-se-iam a favoráveis à instauração da Monarquia. Depois, logo se via.

publicado às 18:40






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