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Não sei se alguém reparou nisto

por Samuel de Paiva Pires, em 26.05.14

Mas o Movimento Partido da Terra, com Marinho e Pinto, elegeu tantos eurodeputados como o CDS. De resto, para quem, à direita, parece chocado com a eleição de Marinho e Pinto, o mais das vezes por ter uma apreciação negativa da personalidade do ex-bastonário da Ordem dos Advogados, e ainda para os que perguntam quem é o número dois da lista do MPT - que ainda pode vir a ser eleito -, vale a pena lembrar que o número dois da lista da Aliança Portugal é Fernando Ruas (ainda hoje quero acreditar que isto não não pode ser verdade), o número três é uma ilustre desconhecida cujo currículo permite perceber que sabe tanto de assuntos europeus quanto eu de tricot, o número quatro é esse monumento à demagogia que dá pelo nome de Nuno Melo, e o restante, exceptuando Carlos Coelho, José Manuel Fernandes, Mendes Bota e Fernando Costa (a este último aplica-se o mesmo que a Fernando Ruas), são mais uns quantos desconhecidos militantes de terceira ou quarta linha sem quaisquer especiais competências para serem eurodeputados. Isto diz quanto baste da importância que PSD e CDS atribuíram a estas eleições. Não acordem para a realidade, continuem a manter os partidos fechados à sociedade e a promover a mediocridade e pode ser que um dia destes um qualquer Marinho e Pinto mais talentoso que o original consiga provocar por cá o mesmo que o UKIP está a conseguir no Reino Unido. Bem vistas as coisas, quando uma democracia se bloqueia a si própria e os donos do sistema não a deixam regenerar-se e revitalizar-se, na perspectiva destes isso até seria o menor dos males possíveis. É que noutros tempos, cá no burgo, estas coisas resolviam-se com golpes de estado, revoluções e guerras.

publicado às 11:00

O Flávio Nunes, com apenas 18 anos, é candidato pelo MPT à Câmara Municipal de Tomar e fez aquele que é provavelmente o melhor hino de campanha destas autárquicas. Tomara muitos políticos profissionais e marketeiros terem capacidade para fazer algo tão criativo, divertido e apelativo, tecnicamente muitíssimo bem realizado e, não é despiciendo referir, com parcos recursos financeiros. 

 

publicado às 20:14

Fim de linha

por Pedro Quartin Graça, em 21.03.13

Recorreram e até podem ganhar no Tribunal Constitucional, pese embora a bem fundamentada sentença do Tribunal Cível de Lisboa que ontem aqui reproduzimos, já que sabemos qual a correlação de forças políticas existente na dita "casa". Mas a verdade é que, de um ponto de vista de credibilidade em política perderam em toda a linha. A candidatura de Seara ao Município de Lisboa começou por ser um enorme erro de casting e nessa mesma linha se manteve até hoje. Tão grande quanto o facto de a suposta coligação para a capital integrar um partido, do qual fui presidente e filiado e sobre o qual me tenho abstido totalmente de falar desde que abandonei as referidas funções e me desfiliei do mesmo. A verdade é que foi exactamente por causa do comportamento irresponsável de Seara e da sua incapacidade de honrar políticamente os compromissos assumidos que foi, em 2009, rompida a coligação, que existia em Sintra, entre os mesmíssimos partidos. Por minha iniciativa mas votada por unanimidade já que, para mim, a política não se pode fazer sem ética. E Seara não faz a mais pequena ideia do que seja a ética em política. Agora, a mesma força política que rompeu com Seara em Sintra, "dá-lhe a mão" na capital do país. Poderia usar aqui uma série de adjectivos qualificativos relativamente à atitude das duas partes. Mas basta uma palavra.: Inqualificável.

publicado às 07:39

Em nota de imprensa hoje enviada à comunicação social, um conjunto de fundadores, eleitos e filiados do Partido da Terra - MPT deram nota pública da sua desfiliação daquele Partido.

"Os abaixo-assinados, fundadores, filiados e eleitos do Partido da Terra – MPT, informam os órgãos de comunicação social que formalizaram hoje a sua desfiliação daquele Partido em virtude de considerarem que o Partido da Terra, na sequência da realização do VIII Congresso Extraordinário de Novembro de 2011, se afastou de forma irremediável dos princípios, valores e prática política que presidiram à sua fundação. Os abaixo-assinados continuarão a desenvolver actividade política em benefício de Portugal e dos Portugueses, na defesa da ecologia política e do conjunto de princípios que sempre nortearam a sua intervenção em sociedade.", escrevem os autores da nota que é assinada por António Ferro – Coordenador Região Europa,  António Veríssimo – Coordenador do Núcleo de Mira, Duarte Dias Barracas - Deputado Municipal em Odivelas, João Ferreira Dias – Distrital de Lisboa, José Aníbal Marinho Gomes – Conselheiro Nacional; Coordenador Distrital Viana do Castelo, Júlia-Miguel Bernardes – Coordenador Região Fora da Europa, Maria Belleza – Distrital de Lisboa, Maria Teresa Póvoas – Distrital de Lisboa e Pedro Quartin Graça - Ex-Presidente da Comissão Política Nacional.

 

publicado às 15:36

O MPT- Madeira realizou, ontem, a sua Convenção Eleitoral, no Funchal, que marca o arranque oficial da campanha do partido na Região. A iniciativa que reuniu entre 1.500 a 1.600 pessoas, “foi um momento de grande motivação e de grande entusiasmo deste projecto do Partido da Terra”. De acordo com o responsável do MPT - Madeira, João Isidoro, “tivemos oportunidade de chamar a atenção para um conjunto de medidas que o Partido da Terra tem denunciado no plano nacional e regional, medidas de austeridade que têm trazido graves dificuldades à vida das famílias e à pequena e média economia, a maior geradora de postos de trabalho”. João Isidoro aproveitou para denunciar “aqueles, como é o caso do CDS-M, que sendo oposição na Madeira, a nível nacional está coligado com o PSD e tem aprovado medidas muito negativas que vêem criar enormes dificuldades”. Também presente esteve o Presidente da Comissão Política Nacional, Pedro Quartin Graça que fez uma intervenção política de relevo na qual realçou a "pujança" do partido a nível regional, assim como o bom trabalho que tem sido desenvolvido pela estrutura partidária regional.

Tal como João Isidoro, também Pedro Quartin Graça apelou ao voto no Partido da terra na Madeira nas próximas eleições e sublinhou que "nunca como hoje se viu tanta pobreza e fome em Portugal". Esta é uma situação que tem de mudar rapidamente, mas para isso é preciso que os eleitores optem por outros partidos.

publicado às 08:39

PS e PSD em dificuldades autárquicas

por Pedro Quartin Graça, em 26.06.11

O tempo passa num instante. Quem o avisa é Marco António Costa, ex(?)-homem forte de L. F. Menezes em Gaia. Faz bem em o recordar. Marco António é precisamente um dos vários autarcas do PSD, e que, não sendo curiosamente Presidente de Câmara, está contudo "entre a espada e a parede". Ou seja, sendo apontado como um dos sucessíveis de Menezes, optou contudo pelo seguro abraçando agora a pasta da secretaria de Estado da Segurança Social. Não deixa de ser sintomático...

Mas em 2013, data das eleições autárquicas, dezenas de actuais presidentes de Câmara do PS e do PSD chegam ao limite dos seus mandatos e, como manda a lei, terão de dar o lugar a outros na gestão dos seus municípios. E é aqui que a coisa se complica para os partidos dos presidentes em funções. PS e PSD irão, entre si, perder várias câmaras, algumas de forma directa para o adversário. Outras para cidadãos independentes ou para candidaturas fora do eixo do velho Bloco Central. Daí que, atempadamente, Passos Coelho tenha aventado por escrito a possibilidade de acordo político do CDS para eleições que venham a ocorrer ao longo da legislatura. É o caso das autárquicas onde PSD e CDS se apresentam frequentemente coligados, por vezes em coligações mais alargadas com o PPM e o MPT como foi o caso de Lisboa, Faro (só a coligação PSD - CDS-MPT) permitiu a vitória de Macário Correia, por 16 votos...), Sintra (neste caso a coligação alargada, que deu a maioria absoluta a Seara, está definitivamente posta de lado para o futuro, por denúncia do acordo por parte do MPT...), entre alguns outros.

O tempo não parece todavia correr a favor de PS e de PSD e as autárquicas de 2013 podem vir a ser o início da queda autárquica destas duas formações políticas. Com cada vez menores possibilidades de coligações alargadas, PSD por um lado, PS, por outro, parecem depender cada vez mais de si e da capacidade de apresentarem nomes credíveis para o governo das cidades. O que cada vez se afigura como uma tarefa verdadeiramente intransponível. Daí a urgência com que ambos pretendem mexer na lei eleitoral autárquica...

É que 2013 é já ao virar da esquina e na falta de cão...

publicado às 10:58

Uma proposta ambiental

por Nuno Castelo-Branco, em 31.05.11

Desde há meio século, Portugal tem sofrido uma desnecessária depredação da qualidade do ambiente. Isto deve-se a factores políticos - descolonização, ingresso na então CEE, Expo 98, EURO 2004 e a esmagadora maioria das obras públicas erguidas sem um estudo integrado -, pois condicionando a organização do Estado a interesses de sector e criando redes de influência económica e financeira, descaracterizou-se a paisagem e destruíram-se as produções tradicionais que durante séculos supriram muitas das necessidades locais. A consequência quase imediata, consistiu no abandono do território e na criação de pretensos grandes centros urbanos que jamais funcionaram como um todo coordenado, abrindo de par em par as portas à depredação do património imobiliário, criando ghetos de periferia e exacerbando tensões sociais, recorrendo-se a mão de obra externa que a médio prazo se tornou inactiva. Estas são algumas das consequências mais visíveis de uma política ruinosa e hoje completamente falida, surgindo agora claros indícios de uma certa abertura a opções que outros mais experientes, consideram caducas.

 

Começando pela protecção ambiental, aqui estão algumas propostas:

 

 

 

publicado às 09:30

Não ceder à chantagem "utilitária"

por Nuno Castelo-Branco, em 31.05.11

Notem bem aquela escala à direita do gráfico, em tons cinza claro. Há algo de diferente. Se é possível eleger "outsiders" nas Regiões Autónomas, também o será no continente. Com o voto de apenas duas freguesias, um MPT aberto a tantos independentes terá 1 deputado em Lisboa, infinitamente mais útil e representativo que o 14 ou 15 deputado "levanta-te e bate palmas" do PS ou PSD. Por uma vez, nada de clubismo, nada de cedência à chantagem. Já é tempo para alguns ajustes de contas, inclusivamente com refastelados desesperados. O PSD e o CDS não quiseram uma frente PSD-CDS-MPT-PPM, pois cheios de empáfia, já se julgavam os vencedores, por sinal, pouco absolutos. O que têm dito e feito nas últimas duas semanas, apenas provam o que todos sabemos: nada aprenderam, nada esqueceram. É uma oportunidade única para uma mensagem muito clara.

publicado às 00:09

Breves notas sobre o programa eleitoral do MPT (2)

por Nuno Castelo-Branco, em 27.05.11

1. Financiamento estatal a empreendimentos reprodutivos e criadores de emprego a longo prazo. 

 

2. Estabelecer um montante de isenção fiscal para as PME e empresários em nome individual.

 

3. Adiamento da construção do novo aeroporto de Lisboa (e o possível a outras infraestruturas situadas nas imediações da capital: Montijo, Alverca, Tires).

 

4. Taxação de transacções na bolsa de títulos detidos há menos de um ano e geradoras de mais-valias.

 

Ver mais AQUI

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publicado às 18:00

Breves notas sobre o programa eleitoral do MPT (1)

por Nuno Castelo-Branco, em 27.05.11

Duas breves notas: 

 

1. Implementação de modelos de participação de trabalhadores na gestão de empresas.

 

Uma medida que se tivesse sido adoptada imediatamente a seguir aos acontecimentos de 1974-76, teria evitado o desastroso processo de desagregação económica  e financeira a que o país foi condenado. Imperiosa é a necessidade de uma melhor informação junto das pequenas empresas agrícolas, implementando o cooperativismo e principalmente, o sector da distribuição de produtos. Sem a existência de relevantes quantidades a colocar nos mercados, as empresas agrícolas estão condenadas ao desaparecimento.

 

Nas empresas do Estado e em vias de priivatização, o estudo desta possibilidade deverá ter em conta a realidade financeira e de capitalização das mesmas, possibilitando a participação dos trabalhadores (na TAP, por exemplo), a par de outras entidades interessadas na aquisição.

 

2. Uma maior flexibilização normativa na taxação das empresas, em função dos postos de trabalho. 

 

Ver mais AQUI

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publicado às 11:20

Foi uma declaração pública, livre e espontânea, mas de enorme relevo político, aquela que hoje foi publicamente divulgada: a de que Fernando Sá Monteiro, antigo Presidente do Directório do PPM - Partido Popular Monárquico, anunciou na sua página oficial no Facebook que, nestas eleições, o seu voto vai para o MPT - Partido da Terra.
Na sua página pessoal do Facebook, o antigo responsável máximo do PPM declara:
"Não será meu hábito manifestar publicamente a minha decisão de voto, nem quero com isto limitar a minha solidariedade com outros que, em percursos diferentes (mas que um dias foram meus também), lutam por um lugar na política portuguesa de intervenção.
Acontece que, como afirmei num outro local, perante uma assistência que não me deixa mentir, é minha convicção de que nos dias graves e preocupantes que vivemos (por culpa de vários, mas indiscutivelmente em particular de um PS que nos desgovernou durante a ultima década), não posso nem devo deixar de manifestar publicamente os meus receios, as minhas revoltas, a minha decisão de apoiar quem, pelo que defende e pela forma como o faz, merece um sinal de respeito e, mais do que isso, de apoio numa luta por Ideais.
O chamado voto útil é algo que pode ser considerado “um pau de dois bicos”; pois, se por um lado, nos pode ajudar a afastar da governação o inimigo publico nº 1, por outro pode arrastar-nos para outro que, pelo que representa de radicalismo em áreas sociais e económicas, pela forma atabalhoada com que se tem manifestado acerca de diversas matérias cruciais na vida de todos nós, deve-nos levar a repensar o que será HOJE o voto útil e quais as suas prováveis nefastas consequências.
Temos que intervir e, para isso, chegou a hora de usarmos o voto como uma autêntica arma de combate político e ideológico. Usar a Arma que a Democracia nos permite e forçar a que a nossa voz seja audível numa situação de total descalabro nacional.
Pensemos que da nossa decisão poderá depender o futuro que estaremos a tentar (re)construir; e que dele poderá depender o futuro dos nossos filhos. Porque elevar a nossa força política interventiva será também a ruptura com a neutralidade e a indiferença, como cidadãos de um Portugal que urge fazer ressurgir na sua Dignidade e Vocação Histórica.
Tudo isto para deixar aqui e agora a minha decisão de apoiar quem, na minha perspectiva, mais tem defendido os valores que são também os meus, numa luta desigual, mas com a FORÇA da Coragem e da Verdade, com a Vontade de enfrentar desafios e, acima de tudo, com personalidades que pela sua consequente defesa de princípios ao longo dos anos, mas igualmente pela sua inegável verticalidade e honestidade de proceder, merecem o VOTO DE CONFIANÇA que será também o VOTO DE DESEJO DE MUDANÇA.
Por tudo isto eu votarei com a convicção de que estarei a defender os valores em que acredito e estarei também a romper com essa covarde indiferença na forma como o nosso futuro será conduzido.
EU VOTAREI MPT!
Fernando de Sá Monteiro"

publicado às 19:30

Pedro Quartin Graça, Presidente do MPT na SIC

por Pedro Quartin Graça, em 14.05.11

O "cabeça de lista" por Lisboa do Partido da Terra em entrevista à SIC. Mais notícias aqui.

publicado às 09:58

MPT joga forte

por Pedro Quartin Graça, em 09.05.11
Fernando Correia Marques, Marco Quelhas e Eduardo Santana, músicos, Hélder Careto, José Carlos Morais, ecologistas, Nuno Castelo - Branco e Daniel Santos, bloggers, são exemplos de candidatos que pertencem às listas do Partido da Terra (MPT) para as eleições legislativas antecipadas de 5 de Junho. Com uma forte presença de nomes ligados às áreas da música, rádio, jornalismo, blogues, circo, cinema e ecologia, as listas do MPT continuam a tradição de acolher muita gente independente que está nas listas pelo seu valor, todos com um único objectivo: servir Portugal.
É o MPT a jogar muito forte na possibilidade de os ecologistas poderem voltar a marcar presença no Parlamento e no Governo do País.

publicado às 12:23

Melhor lista do que esta é difícil de encontrar...

por Pedro Quartin Graça, em 22.04.11

Falo dos candidatos pelo Círculo de Lisboa do MPT - Partido da Terra no próximo dia 5 de Junho. Do primeiro não digo nada porque fica mal já que é o autor deste post. Mas dos outros já posso falar. Trata-se de uma lista de excepção, do ponto de vista intelectual, político e pessoal e trago aqui apenas os primeiros sete. É o caso do segundo - o ecologista José Carlos Morais, o terceiro, a Teresa Póvoas, o quarto, o Nuno Castelo-Branco, o quinto, o ecologista Hélder Careto, a sexta, a Maria Beleza e o sétimo, o Paulo Alcobia Neves. Há melhor lista do que esta? Mas confira igualmente os restantes candidatos de todo o país aqui.

publicado às 18:07

Pedro Passos Coelho

por Nuno Castelo-Branco, em 17.04.11

É necessária a desminagem de águas. Fica também uma sugestão.

publicado às 15:14

Lisboa destruída: Agora é uma cruz suástica

por Pedro Quartin Graça, em 02.03.11

MPT-LISBOA exige explicações sobre cruz suástica na Almirante Reis

 

Na sessão de ontem da Assembleia Municipal de Lisboa, o Deputado Municipal John Rosas exigiu explicações sobre o aparecimento de uma cruz suástica na calçada na zona da Avenida Almirante Reis. Na sua intervenção sobre a Informação Escrita do Presidente da Câmara, John Rosas afirmou:
"Não poderia deixar de questionar directamente o Senhor Presidente sobre a razão da existência de uma cruz suástica gravada na calçada à portuguesa no passeio norte da Praça João do Rio.
"Para além de entendermos tratar-se de uma ofensa grave à cidade de Lisboa e aos seus munícipes, o Partido da Terra questiona a forma como são geridas as intervenções no espaço público por parte da câmara, seja como intervenientes directos nas obras seja como entidade fiscalizadora das mesmas. 
"Face ao exposto, Senhor Presidente, o Partido da Terra exige o apuramento das responsabilidades inerentes, bem como a imediata intervenção dos serviços camarários no sentido de removerem tamanha ofensa à dignidade da pessoa humana, da cidade de Lisboa e dos seus munícipes!"

E, como se não bastasse já esta questão, e bem mais grave, o MPT interregou também António Costa, sem resposta por parte deste, sobre a supressão de carreiras da CARRIS a partir já deste sábado.

publicado às 12:52

Renovar a Democracia

por Pedro Quartin Graça, em 26.01.11

No mesmíssimo dia em que o Tribunal Constitucional decidiu legalizar um novo partido político o qual, de forma surpreendentemente (?) arrogante, se intitulou como “o primeiro partido ecologista realmente independente”, e por mera coincidência, o MPT - Partido da Terra renovou as suas redes sociais, quer os seus blogues, quer as suas contas no Facebook, entre outras. E o novo lema utilizado é precisamente "Renova a democracia", mote que muito diz acerca da actual situação da democracia portuguesa e da necessidade de para a renovação da mesma de partidos políticos como o MPT mas também abarca as matérias das energias renováveis. Para quem tenha interesse conferir as alterações por exemplo aqui.

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publicado às 19:29






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