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Atomium Walesa

por Nuno Castelo-Branco, em 25.09.14

 

 Nada mais nada menos, senão bombas atómicas emprestadas ou alugadas (sic), tallvez num sistema lend & lease ou rent a car.

 

O Nobel da Paz Sr. Walesa, ainda não entendeu algo que parece evidente a qualquer aluno do ciclo preparatório: a utilização de uma arma nuclear,  por muito táctica que esta seja, poderá advir de um momento furtuito ditado pelo desespero. Enganam-se aqueles que julgam impossível uma escalada. Ou anda alguém a acicatar o  Sr. Walesa a ouvir empolgantes discursos bomben mit bomben, ou então, pretenderá o ex-sindicalista-presidente uma Polónia ainda mais deslocada para ocidente, com capital em Móstoles, Voisins-le Bretonneux ou no Cacém? 

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publicado às 11:43

Kim il Basam Dambu un

por Nuno Castelo-Branco, em 04.04.13

 

Desde que os bípedes se resolveram a inventar a propriedade, foram também obrigados a congeminar o uso do porrete. Não lhes bastando as cacetadas, logo de seguida subiram a parada e trouxeram a fisga. Desta forma, o mundo  transformou-se num local cada vez mais perigoso.

 

Na Ásia do nordeste, existe um país que nos remete à lembrança do Basam-Dambu de E.P. Jacobs. A virulência do discurso oficial hora a hora berrado por locutores da televisão estatal, jamais cumpre as mais elementares regras da convivência internacional. O inusitado chega ao ponto de ameaçar-se o odiado inimigo de três cabeças - Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul -, com um ataque nuclear preventivo. O território japonês, Seul, Guam e Pearl Harbour são claramente declarados como alvos imediatos. Passando sobre a questão dos aspectos meramente militares que parecem ter substituído a diplomacia, talvez os norte-coreanos não tenham a menor consciência do que ainda hoje significa a menção da base americana no Hawai. Em termos psicológicos, esta evocação é capaz de despertar a generalizada atenção do povo dos Estados Unidos da América que na sua maioria, talvez não fazendo a menor ideia acerca da situação geográfica da Coreia, sabe bem o que Pearl Harbour significa. Má propaganda, desastroso efeito moral que apenas garante um efeito boomerang.

 

Pela escalada das palavras e concomitantes ameaças, parece que o governo de Pequim está rapidamente a perder o seu conhecido e até agora apreciado controlo sobre Pyongyang.

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publicado às 20:49

Sr. Patrick Monteiro de Barros...

por Nuno Castelo-Branco, em 29.03.12

..antes de uma vez mais tentar vender-nos a sua lucrativa - no que lhe toca, claro - banha da cobra, atente à situação no Japão.

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publicado às 23:32

Fukushima

por Nuno Castelo-Branco, em 28.03.12

O Sr. Patrick Monteiro de Barros tem agora uma excelente oportunidade para demonstrar a sua benemerência. 

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publicado às 23:32

Nuclear Não, Obrigado!

por Pedro Quartin Graça, em 14.02.12

Nuclear não, obrigado

Ó papão mau vai-te embora
lá de cima do telhado
Deixa dormir o menino
um soninho descansado

Deixa de ficar à espreita
com vontade de assombrar
Os que vivem nesta terra
com o pesadelo nuclear

No olhar de uma criança
pode ver-se a luz do mundo
Não lhe vamos deixar como herança 
um planeta moribundo

Nuclear não, obrigado
Antes ser activo hoje
do que radioactivo amanhã
Nuclear não, obrigado

Se queremos energia 
sem envenenar o ar
Temos o calor do sol
o vento e a força do mar


letra de Luís Pedro Fonseca
música de Carlos Fortuna
álbum Perto de ti, Lena d'Água 1982

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publicado às 11:17

Cuidado Álvaro que quem brinca com o fogo queima-se!

por Pedro Quartin Graça, em 28.09.11

Álvaro Santos Pereira diz que nuclear "é uma possibilidade"

27 de setembro de 2011, 07:26

O ministro da Economia e Emprego afirmou hoje que a aposta na energia nuclear "é uma possibilidade" e que até 15 de outubro será apresentado um modelo sustentável para o mercado de eletricidade.

 

 

Em declarações no programa Prós e Contras, na RTP 1, quando questionado sobre uma eventual aposta das empresas na energia nuclear em Portugal, Álvaro Santos Pereira disse ser "uma possibilidade".

"Acho que as empresas já passaram a fase do debate", comentou o governante, quando questionado se o tema sobre a energia nuclear deveria voltar à discussão pública.

Santos Pereira disse ainda que o Governo vai anunciar até 15 de outubro um "modelo sustentável" para o mercado elétrico.

Questionado sobre se as energias renováveis são uma boa aposta, o governante sublinhou que sim "desde que sejam competitivas" e que "não onerem em demasia" os portugueses.

Álvaro Santos Pereira disse ainda que a lei da Concorrência vai ser colocada nas próximas duas em consulta pública.

@Lusa

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publicado às 00:04

Um testemunho imprescindível para quem (ainda) tem dúvidas sobre o Nuclear.

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publicado às 07:36

Esta palavra é de ouro

por Nuno Castelo-Branco, em 16.03.11

No Império do Sol Nascente, o Chefe do Estado não comenta brincadeiras ou assuntos relacionados com escutas imaginárias "à 007", nem mordisca moedas em público com o fim de autenticar ou não, a valia das mesmas. Apenas fala quando deve, daí o respeito geral pela sua pessoa e instituição que encarna.

 

Pela primeira vez desde o discurso da sua acessão ao trono, Sua Majestade o Imperador Akihito dirigiu-se hoje ao povo japonês, mostrando a sua preocupação pelos trágicos acontecimentos que devastam o país. Esta alocução faz-nos recordar uma outra proferida pelo seu pai e antecessor, quando após o bombardeamento atómico de Hiroxima e Nagasáqui, o monarca falou da "necessidade de suportar o insuportável". 

 

Conhecendo-se a circunspecção japonesa, este discurso indicia algo de muito mais grave que aquilo que possamos imaginar estar a acontecer. 

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publicado às 16:47

O Querido Líder nuclear

por Nuno Castelo-Branco, em 26.05.09

 

 O recente teste nuclear -  com a correspondente interligação balística - triunfalmente anunciado pelo regime norte-coreano, deve ser levado de forma séria e responsável pela comunidade internacional. Mesmo a Rússia asiática, que claramente se encontra ao alcance dos mísseis de Kim jong-Il, reagiu prontamente a esta inegável manifestação de força que aparentemente frisa a vontade do regime coreano em manter-se imutável no seu zuchismo estalinista. Nem sequer procurando emular o exemplo de abertura económica chinesa, Pyong-Yang cerrou fileiras em torno da complexa oligarquia político-militar que despoticamente governa o país há mais de meio século, mas ainda pior que a manutenção da implacável disciplina interna - à custa de uma dificilmente imaginável repressão e generalizada miséria da população - , manifesta uma directa intenção de coagir todos os seus vizinhos, entre os quais a Coreia do Sul e o Japão surgem como os mais próximos aliados ocidentais na região. A ameaça é directamente dirigida a estas duas potências, dado o facto destes mísseis balísticos possuírem apenas um alcance intermédio, sendo por ora incapazes de atingir directamente o território dos EUA. 

 

A partir deste momento, será extraordinariamente tomar qualquer tipo de atitude de força perante os zuchistas, pois a arma final serve de escudo a um regime capaz de a utilizar em nome da mitologia ideológica que lhe serve de esteio. Acresça-se a este episódio, o inquietante sistema de colaboração militar entre os norte-coreanos e o Irão, para deparamos com uma ameaça clara - desta vez verdadeira, bem armada e sem confusão possível com uma alegada retórica belicista ocidental -, à qual o ocidente - Rússia incluída - deverá dar pronta resposta.

 

Aguarda-se com expectativa, a já previsível reacção da administração de Obama, que uma vez mais e confirmando o estatuto dos EUA no mundo, não poderá divergir muito daquela que seria própria de Bush, Clinton ou Reagan.

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publicado às 13:32






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