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A campanha europeia - II

por Pedro Quartin Graça, em 14.05.14


Nuno Melo festeja sacrifícios dos portugueses...

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publicado às 11:34

"O sr. deputado terá que nascer umas três vezes..."

por Samuel de Paiva Pires, em 05.04.14

Anda por aí uma certa euforia com a prestação de Nuno Melo num debate sobre o BPN com João Galamba. Claro que este último merece ver a sua retórica desmascarada em todas as oportunidades possíveis e que o primeiro tem, na substância, toda a razão. Mas isso não oblitera o facto de Nuno Melo vir cultivando uma deselegância que é, a todos os níveis, prejudicial ao debate político, onde a forma é, pelo menos, tão importante quanto a substância. É que às tantas fico na dúvida se estou a ouvir um eurodeputado ou um taberneiro.

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publicado às 12:36

Da série "Carl Schmitt estaria orgulhoso"

por Samuel de Paiva Pires, em 11.01.14

Nuno Melo em resposta a Filipe Anacoreta Correia: "O  fogo amigo também mata. E o fogo amigo, para ser amigo, tem que ser involuntário. E o teu muitas vezes não o parece."

 

Esta retórica do amigo e do inimigo não é propriamente original. Explorada por Schmitt em The Concept of the Political, só é pena vê-la transposta para a praxis supostamente democrática de um partido político português, onde seria mais apropriado observar-se o que Aron chamava de institucionalização de conflitos e o que tantos têm realçado como virtudes da democracia, o pluralismo e a tolerância. No entanto, lá vai servindo os seus propósitos, reforçando a coesão interna de um grupo à moda de Bismarck contra Napoleão III, e até nem faltam alusões ao interesse nacional, esse conceito gasto pelo mau uso e prostituído pelo abuso, de que alguns julgam ter o monopólio e não se envergonham de aplicar na retórica primária do "nós" contra "eles", em que se concebe a política não como uma arte de unir contrários pelo consentimento e persuasão, mas apenas como um jogo de soma zero em que se procura aniquilar os opositores através da força e da opressão. Mostra, precisamente, que o CDS é, actualmente, um partido imaturo ao nível da sua democraticidade interna, que lida mal com a divergência, contrariando directamente não só um dos seus fundadores, como muitas das suas alegadas referências ideológicas, de onde destacaria, por exemplo e para não me acusarem de ter um viés liberal ou conservador, Jacques Maritain, para quem o pluralismo era uma característica essencial da democracia cristã. 

 

Leitura complementar: Por um CDS mais democráticoHá quem diga que não há CDS sem Paulo Portas; À atenção de Nuno Melo.

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publicado às 19:45

Estar no local certo, à hora certa

por João Pinto Bastos, em 11.12.13

Não sei se as listas conjuntas às eleições europeias são ou não uma boa opção, se bem que no estádio actual das coisas tenda, sinceramente, a concordar com a opção tomada por Paulo Portas e Pedro Passos Coelho, mas uma coisa é certa: depois disto, Nuno Melo merece, indiscutivelmente, ficar no Parlamento Europeu, porque se "fazer uma prova de vida no Parlamento Europeu", como bradou Edite Estrela, implica abortar relatórios políticos totalmente aberrantes, então, o meu conselho é que haja muitas provas de vida semelhantes. Nuno Melo esteve bem, assim como os restantes deputados portugueses do PPE, e, por isso, tendo, também, em conta a globalidade do seu trabalho, merece um novo mandato no Parlamento Europeu. 

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publicado às 19:08

A ouvir neste momento Diogo Feio,

por Cristina Ribeiro, em 09.06.09

espero sinceramente que no partido haja trunfos na manga. que o substituam  ( e a Nuno Melo ) à altura: clareza de posições, sem tibiezas, fartos que estamos de navegar em águas turvas. Deixarem os obsoletos complexos. A sério, e sem concessões...

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publicado às 23:19

Espuma dos dias

por Samuel de Paiva Pires, em 06.06.09

No dia em que terminou a campanha para as europeias, terminei as aulas da licenciatura. Agora só faltam frequências/exames/orais, um trabalho e relatório de estágio. Lá para Setembro terei terminado a licenciatura para logo depois começar o mestrado e voltar a trabalhar, se é que me seja permitido no meio de tanto desemprego. Amanhã é dia de benção das fitas - lá acabei por me deixar ir na coisa, depois dos remorsos, e acabei por não me arrepender, muito pelo contrário.

 

Agora que terminou uma das campanhas com mais baixo nível de que me recordo, onde a peixeirada foi a nota dominante, tal como já antes o havia escrito, continuo a ter como certo o meu voto no CDS/PP, porque Nuno Melo é o nosso melhor deputado e embora nos vá fazer imensa falta na Assembleia da República, creio que terá um enorme contributo a dar em Bruxelas. Isto mesmo que eu tenha que passar uma manhã entre comboio e carro para ir votar e voltar a Lisboa a tempo de estudar para a frequência de Integração Europeia que será na segunda-feira. Porque votar é não só um direito mas um dever, mesmo que isso implique algum sacríficio pessoal. Termine-se notando como o Professor Maltez em apenas um parágrafo resume bem o estado a que chegámos:

 

Apenas se confirmou que entrámos em contraciclo face aos parceiros culturalmente mais próximos da União Europeia, nesta hipocrisia de termos dirigentes políticos mais esquerda do que os respectivos militantes e militantes mais à esquerda do que os respectivos votantes e simpatizantes, deixando o fiel da balança aos reformados, aposentados e subsidiodependentes que preferem o distributivismo da caixa estal, alimentada a impostos, do que o estímulo ao mérito e ao sentido de risco de políticos com uma ideia de obra. A esta esquerda estatizante e ultraconservadora do aparelho de poder a que chegámos, resta o bloqueio mental da ditadura do "statu quo", obrigando os timoneiros à condução de uma jangada de pedra que nos vai conduzir a uma sociedade de comemorações e funerais das pretensas glórias de um passado imperfeito, onde a técnica da nacionalização dos prejuízos nos vai endividar pelos séculos e séculos.

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publicado às 01:21

Parece-me que já sei em quem vou votar nas europeias

por Samuel de Paiva Pires, em 08.04.09

 

(imagem picada daqui)

 

A não ser que o PSD tenha um candidato "bombástico", parece-me que o meu voto vai direitinho para Nuno Melo, embora lamente a sua saída do parlamento nacional, acompanhado por Diogo Feio e Teresa Caeiro. A respeito de tal, aqui fica na íntegra este post do Joshua:

 

Trabalhador e rigoroso, correcto e capaz de diálogo, rosto equilibrado, moderno e aberto, Nuno Melo é a rara figura de um parlamentar bastante consensual quanto aos méritos que lhe atribuem também como estudioso e conhecedor dos dossiês. Acho mau e até incompreensível que, a transitar em decidida a sua escolha como candidato por Paulo Portas, quase de certeza o Parlamento nacional perca Nuno Melo para o Parlamento Europeu. Cheira isto a um deslocamento estratégico daquele que mais se destaca na Comissão Parlamentar de Inquérito ao BPN, daquele que, pelo seu desempenho, mais reabilita a face do Parlamento Nacional, e até que mais cresce em brilho relativamente a Paulo Portas. Será este mais um exílio na mesma lógica do de Cravinho para um Banco Europeu? Exílio por saber de mais, propor de mais e descobrir de mais? Exílio por lhe tremer a voz com o que vai apurando de tenebroso no lago criminal negro BPN? Exílio para que não vá mais longe e aprofunde o que não convém aos vulpinos vultos ocultos por trás das traficâncias-BPN subjacentes e falhas obesas BdP? Cheira a esturro. Também não sei se não há aqui ciúme em Paulo Portas pelo agigantamento humilde e natural do jovem deputado. Se vai propor Nuno Melo e também Diogo Feio (figuras com as quais se simpatiza porque não configuram aquela imagem de devoristas ávidos e cínicos que encontramos no PS de Candal e Vitalino e no PSD de António Preto, capazes de tudo por um lugar mais além e mais à frente), faz mal. Como cidadão apartidário e independente, não concordo e suspeito das verdadeiras motivações. Um Parlamento Nacional em péssima companhia, com este PS ablacionado na sensibilidade e aclamativo, com todos os sinais da pior degenerescência ética e os piores sinais de falta de independência e de afirmação, Diogo Feio e Nuno Melo têm sido pedradas no charco. Que seria do Palácio de São Bento sem eles?!:

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publicado às 21:34






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