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Subsídio de farda?!

por Nuno Castelo-Branco, em 29.03.14

Um das originalidades deste Estado que não se dá ao respeito, consiste no pagamento dos uniformes por parte de quem os usa. Sendo a indumentária uma parte distintiva que indica a pertença do senhor fulano de tal a uma força da autoridade que impõe a Lei, porque razão deve ser este a pagar os têxteis, cabedais e outros elementos da parafernália? 

Uniformes pagos por quem os usa no cumprimento da sua missão, é o cabal reconhecimento do abuso e ostensiva displicência na preservação da dignidade do edifício Estado. 

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publicado às 22:01

A grande gala da Constituição

por John Wolf, em 22.11.13

Não estive presente na gala da Constituição apresentada por Mário Soares, mas acedi a imagens em directo a partir do portal da Esquerda. Primeira nota; a qualidade do webcast era excelente. Não houve interrupções no streaming. A única coisa chata (decerto que também para os organizadores) foi estar sempre a aparecer publicidade ao Commerzbank (tinha de ser um banco alemão) - o pop-up não se cansava de aparecer. Mas adiante. Mário Soares fez as honras da casa, mas o espectáculo começou verdadeiramente com o artista Carlos do Carmo que sem demoras se pôs a revisitar a sua carreira, não se sabe se de fadista ou de político frustrado. Masturbação para aqui, narcisismo para acolá - não se sabia se a noite seria aproveitada para homenagear a sua carreira (pelo que se foi percebendo através do Facebook, Carlos do Carlos passou a ser Pepsi para muita gente). Por momentos o evento fez lembrar outros palcos. Por instantes tive a impressão de estar a ver uns globos de ouro ou uma revista à portuguesa. Uma quantidade de frases bonitas foi declamada, decalcada da lei fundamental para umas estrofes de encantamento ideológico. E depois foi dada a palavra a Pacheco Pereira, que servindo-se de retórica elaborada, afastou a tentação dos outros, a inclinação para lhe chamarem novamente de camarada. O filósofo das quinas prosseguiu a aula de etimologia para explicar em detalhe a origem do termo - sim, vem de cama, e se quisermos tem a ver com cópula. Os outros palestrantes, brutos ou menos Bruto da Costa, foram por esse caminho também de defesa da constituição e ataque às políticas de destruição do país, mas não passou de diagnóstico intenso, como se a comissão de honra tivesse sido convocada para validar a sua imunidade em relação às responsabilidade políticas que estão na origem da crise. Como se uma nave especial tivesse vindo de um além para aterrar num país que não lhes pertence. O lirismo da modalidade praticada por Manuel Alegre contagiou os estilos de quase todos, como se o poeta fosse o inspirador dos arcanjos da constituição. Devo confessar que abandonei o webcast quando o senhor que se seguiu a Pacheco Pereira fez uso de outras palavras para dizer o mesmo. Em jeito de reportagem incompleta do certame, devo dizer que não fui testemunha de vestígios de um plano substantivo para salvar o país. A noite foi de convívio de frases sonantes e lágrimas ao canto do olho, mas nada se altera com este encontro de egos gigantes. Mais valia os polícias terem dado à sola da escadaria da Assembleia da República e terem marchado em direcção à aula magna para, de viva voz, recitarem as estrofes do seu descontentamento. Tenho a certeza de que poderiam render a guarda destes sentinelas da constituição com mais conhecimento de causa da dureza da vida. O que aconteceu ontem foi um festival de estilos e peitos inchados. Não fiquei até ao fim do concurso da eurovisão, por isso não sei quem levou o prémio para a mais pura demagogia da noite.

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publicado às 10:16

Lisboa Arruinada: ataque aos metais

por Nuno Castelo-Branco, em 16.06.13

 

Tocam em todas as campainhas. Muitos prédios não têm intercomunicador e assim, sempre há uma boa alminha que carrega no botão, permitindo a entrada do "carteiro" ou da "publicidade". Má ideia. Os fulanos têm o necessário equipamento de roubo e em poucos segundos arrancam os metais "preciosos". Latão, cobre, em raros casos o bronze, para sempre desaparecem sem deixarem rasto. Nas fachadas dos prédios, nem sequer as tabuletas de latão polido anunciando médicos, advogados ou empresas podem escapar à sanha desta ladroagem  que actua durante o dia. 

 

Há algum tempo, um amigo foi obrigado a repor um dos puxadores roubados da sua porta na Av. de Roma. Muito bonito, em pesado latão bem lustroso, foi desaparafusado e infalivelmente enviado a peso para a sucata. Foi necessário mandar fazer uma réplica - 300€ custou a brincadeira -, pois o seu par miraculosamente tinha escapado ao larápio. Pois bem, na passada quinta-feira foi uma razia total na zona da Av. de Roma/João XXI. Vários prédios foram roubados, desde os candeeiros até aos ornamentos de latão colocados em volta das caixas do correio, candeeiros Deco, etc. Perdidos os dois exemplares, ao meu amigo resta o desconsolo de ter de comprar uma porcaria qualquer, enquanto os lindos puxadores já devem estar num  sucateiro que será tão responsável pelo roubo, quanto o ladrão que o perpetrou.

 

No meu prédio, já atacado várias vezes, a foto mostra  à direita, o local onde esteve o puxador da porta de serviço. Os dois candeeiros de parede, datados dos anos 40 e feitos em folha de cobre, também foram roubados, assim como as molduras cromadas dos espelhos de entrada dos elevadores.

 

É o "fim da picada"!

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publicado às 15:15

Não, não confiamos

por Nuno Castelo-Branco, em 06.04.12

 

O Sr. Macedo da Administração Interna terá consentido no abuso, talvez nem sequer medindo o alcance simbólico do acontecimento.

 

Pela primeira vez, veículos policiais estrangeiros passeiam-se pelas ruas e avenidas das nossas cidades. Andam em patrulha, como se de uma força de ocupação se tratasse. Por muitos sorrisos que distribuam, esta é a mensagem que fica.

 

Este governo pretende abolir a comemoração do dia da Restauração da Independência. Está pronto para fazê-lo, alegando de forma assumidamente idiota, com o permanente abandono de celebrações por parte das entidades públicas. Em reflexo, a sociedade que ao longo de décadas tem sido objecto de um imparável culto pelo desprezo das origens, até agora tem seguido a norma que de cima chega. Mas a polícia espanhola nas avenidas de Lisboa, significa algo mais, é insuportável.

 

O PSD e o CDS enganam-se quando julgam o país completamente tranquilizado pela "inevitabilidade dos novos tempos". Não gostamos nem queremos ver uniformes estrangeiros e gente que nem sequer balbucia uma frase em português a fazer o giro, como se isso significasse estarmos à beira de uma anexação. 

 

No momento em que todos sabemos algo acerca daquilo que nos espera, arrastar a polícia espanhola para o meio da Praça dos Restauradores, poderá ser um disparate que lhes custará caro. Custará à gente do regime, no seu todo. Bem podem eles surgir de pin verde-tinto à lapela, confirmando ser aquele cada vez mais, uma nódoa que apenas confirma pouco discretas lealdades.

 

Dão asco.

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publicado às 14:56

Tenham dó...

por Ana Firmo Ferreira, em 23.03.12

 

Depois de o editorial de hoje da Ana Sá Lopes, sinto que não existe muito mais a dizer. Afinal, quais são os critérios para se ser  agente da PSP? Alguém me esclarece? Porque pelas atitudes que tomam, parece que se resume a uma questão de massa muscular. O QI certamente ficou de fora dos critérios.

 

Peço desculpa se estou a dramatizar e a generalizar, mas a situação de ontem revoltou-me, como há muito não me revoltava.

 

Ora bem, vamos analisar os factos, temos uma patética (mini) greve geral, que foi um autêntico flop. Que no máximo mereceria uns oráculos de telejornal. E o que é que a PSP decide fazer para animar a malta? Dar bastonadas em jornalistas, uma delas da France Press.

 

Acontece que para a organização e para os arruaceiros que por lá andavam (sim, note-se que não estou a falar de quem se manifestava pacificamente pelos seus direitos, mas dos palermas que lá andavam sem saber bem porquê) esta greve não podia passar despercebida - o que é que se pode então fazer?

- Vamos provocar confusão à la Grécia - porque é tão giro e aparecemos na televisão e no youtube - e provocar desacatos com a Policia.

 

Estes desacatos levam-nos à intervenção policial - que faria todo o sentido se fosse feita de forma reponsável, de modo a garantir a segurança dos cidadãos, o que não aconteceu de todo. Tratou-se simplesmente de um espetáculo de força bruta, imposição de autoridade estúpida e violência gratuita.

 

Será que não concebem o prejuizo que causaram a Portugal? 

 

Será que não conseguem perceber que estavam a atacar - é mesmo a palavra - de forma despropositada os manifestantes? Não percebem o conceito de desproporcional? 

 

Será que não entendem que os tipos com camâras são jornalistas? E que estão apenas a fazer o seu trabalho?

 

Tenham dó...

 

Posto isto, estou intrigada sobre o nível de inteligência das nossas forças policiais. Não perceberam que estavam a ser provocados e que cairam que nem uns patinhos a dar espectáculo?

 

Não perceberam que esse espectáculo iria ecoar nos países em redor e prejudicar gravemente a nossa imagem, detruindo todo o trabalho que tem vindo a ser feito, com tanto sacrificio dos Portugueses?

 

Não consigo conceber qual é o objectivo de destruir a nossa imagem - de país estável e  cumpridor, que está a atingir as metas definidas - e transformar a percepção da opinião pública internacional sobre Portugal, como que se tratasse de um país instável e de arruaceiros, tal e qual a Grécia.

 

Todo o caos e instabilidade que "de repente" assolou o país é provocado por meia dúzia de arruaceiros, forças policias incompetentes (para não dizer mais) e pela intersindical comunista. É simples.

 

O giro de tudo isto, é o facto de neste momento essas imagens estarem a correr mundo, comparando-nos injustamente à Grécia. Quando na realidade a "grande greve" foi um flop e a maioria dos Portugueses, que continua a apoiar o governo, estava nesse momento nos seus locais de trabalho, a fazer a sua parte para tirar Portugal da crise.

 

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publicado às 12:38

O momento do gatilho fácil

por Nuno Castelo-Branco, em 23.08.10

 

O país está em crise e dentro de portas, as famílias resumem uma boa parte das férias a refeições enlatadas e pouco mais. No entanto viajam e aparentemente, pouco mudou desde o anúncio da hecatombe anunciada há alguns meses.

 

Nada parece funcionar e de facto, a carcassa que nos tornámos, demonstra que afinal o tumor não se encontra isolado e bem pelo contrário, espalhou metástases que longe merecerem o tratamento urgente, são deixadas à natural evolução das maleitas. As ramificações não saem de um núcleo perfeitamente identificável e bem pelo contrário, o sistema funciona quase de forma global, como se de uma economia de troca se tratasse. Assim, qualquer acto imprevisto e isolado, poderá tornar-se naquele rastilho de queima rápida, bem capaz de fazer explodir a autêntica Santa Bárbara em que vivemos.  Adormecida a tropa por medos de reacção adversa por parte dos parceiros comunitários, são cada vez mais possíveis aquelas iniciativas voluntárias e de vingança pessoal. É bem certo que os agentes políticos não têm ajudado a apaziguar as paixões e a raiva que se escuta e lê seja onde for. Os principais partidos fazem jogos de sombras chinesas, não se preocupando minimamente com o deplorável efeito junto da população urbana - que é quem decide e acaba por ditar a evolução dos acontecimentos -  cada vez menos crédula e impaciente.

 

Há poucos dias,  o muezim Louçã reeditou o  vetusto programa de expropriações de terras, exigindo a criação de uma "bolsa" estatal. esta ardilosa proposta, de imediato pode ser encarada como um rápido regresso à violência política, num clima de crise económica, desemprego generalizado, penhoras de propriedades, falências, etc. Pouco importa se o Estado é principal prevaricador no abandono das suas terras, ou se o Fuehrer do BE não explica como poderá dessa forma, obrigar ao regresso aos campos. Talvez tenha em reserva mental, o sistema tão proficuamente executado por Pol Pot. Não se sabe, nem ele jamais o dirá.  Os radicais têm a perfeita consciência daquilo que propõem, com aquele sentido oportuno que caracteriza o apontar do dedo ao "inimigo de classe", o "rico que tem dois palmos de terra" que herdou dos avós. É esse improvável milionário que hoje se encontra em risco de perder o seu lugar de motorista, bem como o seu apartamento T2 nos subúrbios de Lisboa ou do Porto. O tema dos incêndios serve perfeitamente de pretexto político, mas a intenção visa antes de tudo, o controlo de recursos abandonados e possíveis de negociação e de instalação de um poder de facto. Quem possui a terra, poderá utilizá-la como bem lhe aprouver, mesmo escondendo-se atrás de edifícios legais disfarçados de cooperativismo e outros estratagemas. O que eram as UCP saídas do PREC, senão uma forma de chantagem sobre o poder político consagrado pelas eleições, significando antes de tudo, um domínio territorial de reminiscências feudais? Daí ao controlo autárquico que durou muitos anos, foi apenas um passo, com tudo o que significou em termos de atraso, desperdício de meios, desinvestimento na modernização, especulação imobiliária e destruição de património. Tudo isto aconteceu mesmo às portas da capital do país e os resultados estão à vista. Nada de novo e quanto aos incêndios, já se adivinham os mesmos erros de sempre, com uma pretensa reflorestação feita à base de materiais inflamáveis.

 

Neste clima de avolumar de discórdias e de crispações várias, vem agora o CDS contribuir com um certo facilitismo. A medida parece destinada à almejada desburocratização, num país onde existem muitas centenas de milhar de armas  em hipotéticas "boas mãos". A partir de um dado momento estabelecido por lei, dispara-se contra tudo aquilo que mexe e os campos e montes são invadidos por gente camuflada, ansiosa por confirmar a sua descendência daqueles caçadores-recolectores de outros tempos, podendo depois exibir as fotos de fazer inveja a amigos do mesmo calibre. Pouco interessa se as espécies são ou não protegidas e o descaramento já persegue e ataca propriedades onde são criadas avestruzes, ovelhas e gado bovino. Gaviões, águias, cegonhas, mochos e aves migratórias de espécies protegidas, tudo serve para descarregar as cartucheiras e até burros, cães, gatos e outros animais domésticos, têm sido impiedosamente fuzilados sem qualquer hesitação, ficando as carcassas a apodrecer à beira de caminhos e estradas. Simultaneamente, o chumbo vai-se espalhando pelas zonas rurais, detectando-se óbvios casos de envenenamento progressivo de numerosas animais.

 

A quantidade de armas legalizadas é enorme e bem conhecida, mas, o que poderemos dizer acerca do florescente comércio de pistolas e caçadeiras de todos os tipos, provenientes de arsenais desconhecidos? Nas feiras e em certas zonas marginais dos grandes centros urbanos, é possível adquirir qualquer tipo de espingarda ou pistola própria daquilo a que vulgarmente se chama exército. Os "jovens" - como agora se usa dizer - saem á noite e entram em discotecas e bares, bem artilhados com armas de "defesa pessoal" e muitas vezes as utilizam intimidatoriamente, arrecadando á custa de outrem, os recursos para esbanjar em poucas horas de folia. Comércio descarado, ilícito e alargado de substâncias ilegais, fronteiras escancaradas e um eterno desrespeito da autoridade do Estado, eis o actual quadro. Em suma, embora o tentam disfarçar, assim não há democracia que resista.

 

Esta propensão suicidária, poderá provocar uma rápida corrida ás armas e as notícias diárias de assaltos em plena via pública, agressões à propriedade estatal e privada, violência nos transportes urbanos e a lei da selva pelos campos fora, serão inequívocos sinais de futuras perturbações que colocam em causa a própria segurança do Estado. Se a tudo isto acrescentarmos a geral sensação  de nítida anarquização social, o quadro é deveras catastrófico.

 

A Lei deverá decerto ser simplificada de burocracias, mas ao invés de querer parecer como uma facilitação do processo de rearme pessoal, deverá ser muitíssimo mais severa e exigente quanto à concessão e controlo das licenças e dos armeiros. Simultaneamente, deverão ser facultados recursos legais e materiais às polícias, no sentido de se proceder rapidamente à fiscalização e controlo da posse ilegal, numa política de desarmamento coercivo e de ameaça de severa punição.

 

Desemprego, radical míngua no crédito, desapropriação e penhoras e no campo político, a degenerescência total do sistema e aproveitamento radical para o ataque à propriedade - comummente via impostos directos e indirectos sem freio -, eis um quadro medonho que levará alguns tresloucados á repetição de hoje exaltadas canalhices de há um século, essas sim, bem planeadas por quem acabou por ascender ao poder, arruinando a esperança de um século.  Num ambiente destes, o tiro aos flamingos que agora arribam à foz do Douro, será corrigido para outro tipo de alvos bem conhecidos e universalmente criticados à mesa de qualquer café. Já nisso se fala abertamente e sempre haverá quem exalte o crime. Depois, não se queixem.

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publicado às 08:30

Mas que MERDA é esta?

por Paulo Soska Oliveira, em 26.08.08

Desculpem-me os nossos leitores mais sensíveis, mas apenas consigo mostrar a minha mais TOTAL estupefacção perante o cenário de faroeste que a Comunicação Social nos apresenta.

 

Sentimento agravado quando se vive fora do 'burgo'.

 

Com notícias de que em Loulé, os agressores de 2 GNR ficam e liberdade a aguardar julgamento, pessoal baleado por tudo e por nada, bombas de gasolina assaltadas dia sim-dia sim, carjackings...

 

Mas afinal onde estamos?

 

Porque razão não pode a polícia ser reforaçada em meios?

E qual a razão da culpabilização da polícia? Porque carga de água é que um assaltante violento sai em liberdade e um polícia que limpa o sebo a esta gente asquerosa é olhado pela sociedade como um vilão, sendo sujeito a procedimento disciplinar? Mas que POUCA VERGONHA é esta?

 

E o governo Xuxa tem o desplante de dizer 'tudo vai calmo no burgo'?

Meus senhores... saiam de casa sem a polícia à porta que logo verão a 'segurança'.

 

Estou quase a defender a inclusão da Segunda Emenda na Constituição Portuguesa...

 

Revolta. PQP!

 

 

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publicado às 10:25

Devidamente noticiado pelo DN, o que seria uma piada e que à partida até faz soltar umas gargalhadas para logo depois se tornar uma triste evidência da incompetência à portuguesa, seguidamente colmatada pelo espírito do desenrasca do portuga, o nosso equivalente ao "jeitinho" brasileiro:

 

O Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou ontem o concurso para a aquisição de "32 000 a 50 000 coldres de cintura", destinadas às pistolas Glock que a GNR e a PSP começaram a receber no ano passado.

O aparente esquecimento na compra atempada dos coldres - uma vez que o concurso daquelas armas de 09 mm foi iniciado em 2006 - tornou-se evidente ontem, com a publicação do anúncio (nas páginas do DN) assinado no passado dia 3 deste mês pelo director-geral de Infra-estruturas e Equipamentos do MAI.

A GNR, que já recebeu quase 9000 Glock, adoptou duas soluções temporárias para colmatar a falta dos coldres próprios, segundo o porta-voz dessa força de segurança: fez 60 coldres para as 300 pistolas distribuídas à Escola da Guarda, destinadas ao chamado treino policial dos oficiais, sargentos e praças (que envolve sacar e guardar a pistola); adaptou entre 200 e 300 coldres para uso dos militares dos regimentos de Infantaria e Cavalaria, uma vez que os agentes envolvidos na operação "Verão Seguro" (Algarve) já estão a usar as referidas pistolas Glock.

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publicado às 18:37






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