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A pergunta: "O senhor Cardoso é espião?!" tem-se tornado frequente. Se sou Americano também.

É um facto que tenho andado pelos Balcãs, Europa de Leste e Cáucaso. E que o meu empregador é de Chicago, Illinois. É também facto que sou cidadão Europeu, e brevemente também cidadão Chileno.

Mas se fosse espião (para espiar sabe-se lá o quê) creio que estaria substancialmente mais rico: eventualmente teria investido mais num Aston Martin e menos em tatuagens.

E salve-me o Divino de estar a trabalhar para o Estado Português, com as suas estruturas mutantes e disformes, feridas de morte pela genética abrilista, pelas quais tenho ZERO de respeito ou consideração. Até foi esta rejeição hormonal incomportável pelo lugar rectangular à beira mar plantado um dos catalisadores fundamentais que me fez abraçar a vida de viajante permanente com a American Times.

O objectivo é estabelecer a ligação entre investimento Americano e mercados de longa distância que revelem potencial significativo. E como não haverá investimento legítimo sem estabilidade política (pelo menos aparente), diversas figuras de Estado nos países aos quais me desloco têm que me convencer que há condições absolutamente maravilhosas, quiçá orgásmicas, para os investidores que represento os considerarem como uma possibilidade credível. Após isso, é necessária uma profunda análise de mercado e de todos os sectores da economia de cada país em questão para preparar estes reports. Trata-se de identificar e analisar os champions and captains of each industry, avaliar a sua performance, o seu business model e a sua estratégia de médio-longo prazo. Neste momento há equipas a operar na América do Sul, África sub-Sahariana, Sudoeste Asiático e Leste Europeu/ Ásia Central.

Quem tiver alguma questão sobre algum país no qual The American Times já tenha operado, business or politically related, tem toda a liberdade para me enviar um email. Eu respondo sempre que consiga morder um sinal Wifi decente.

publicado às 15:06






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