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Vítor-Vitória!

por Nuno Castelo-Branco, em 27.05.14

A minha assumida estupidez, impede a imediata percepção dos circunlóquios da alta política nacional. Anteontem, pelas 20.01h, escutei o Sr. Francisco Assis reclamar uma grandiosa vitória eleitoral para o seu partido. Tendo as projecções iniciado a contabilidade com 34%, saldou-se a mercadoria numa folgadíssima hegemonia nacional de 31,5% dos votos expressos, coisa capaz de ter entusiasmado o sr. Seguro a tirar "festivas ilações" do sucesso. Muitos gritos de mudança! - mudança!, vitória! vitória!, palmas ensurdecedoras, mas em eestranho e claro contraste com os semblantes a lembrar Napoleão a bordo do Bellerophon. 

 

Menos de quarenta e oito horas decorridas desde essa réplica da épica batalha de cerco de Viazma-Briansk, eis que surge o Sr. Costa pronto para alijar o actual secretário-geral de quem Sócrates disse ser intocável, porque vencedor. Como o PS é parecido com o PSD. Dir-se-ia mesmo serem gémeos separados à nascença. 

 

Que vtória tão estranha...

publicado às 18:53

O cabeça da lista PS

por Nuno Castelo-Branco, em 24.02.14

...às eleições europeias. No cartaz surge este, mas na garagem está outro

publicado às 10:04

São muito fáceis?

por Nuno Castelo-Branco, em 24.05.13

 

Seria excelente se nos explicassem melhor o porquê dessas facilidades.

 

Entretanto,  chegámos a um tal momento de pressas para a "retorna", que já nada servirá para contentar os esfomeados. Se PPC agora oferecesse uma casa grátis a cada português, um ordenado mínimo de 10.000€ e 12 meses de férias vitalícias, os que "de lá saíram ainda há pouco", os rutilantes Brilhante Dias que nos trouxeram a estes dias sombrios,  achariam que tal não seria suficiente. Entretanto, a receita proposta é aquela indigestão garantida e já experimentada: mais túneis, mais comboios - TGV escondido com carruagem restaurante de fora -, enfim, o regresso ao pré-troika.

 

Brilhantemente, Brilhante conclui que "hoje não é a hora do investimento. Para ser a hora do investimento era preciso também ser a hora da credibilidade e da confiança e, infelizmente, essa hora ainda não chegou". Aqui está um desabafo em sensata auto-crítica.



publicado às 09:27

Seguro, um peixe fora de água

por João Pinto Bastos, em 10.02.13

Nunca depositei grandes esperanças na performance de Seguro enquanto líder da suposta oposição, mas depois da apresentação deste pequeno show de platitudes fiquei definitivamente convencido de que o actual líder (?) do Partido Socialista é uma autêntica nulidade que, em boa verdade, só lá está porque o putativo oposicionista, o Costa de Lisboa, decidiu, sabe-se lá porquê, dedicar o seu futuro político à apologia da obra socrática. Quem torto nasce, tarde ou nunca se endireita, como sói dizer-se.

publicado às 23:41






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