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Notícias da Austrália

por Nuno Castelo-Branco, em 27.01.11

"Presidente Mediático (2005)

 

Bem longe de Portugal, há quem não se deixe iludir por "realidades fictícias". Como se sabe, questiona-se agora a legitimidade.

 

Conseguimos o que queríamos. O que os apoiantes da ex-futura 4ª República - um aborto involuntário - não querem entender, é a nossa total indiferença pelo dr. Cavaco Silva ou por qualquer um dos seus adversários. Pretendíamos atingir a instituição, isso é o que contava. Eles sabem que o objectivo foi plenamente conseguido e por isso mesmo, zangam-se e insultam.

 

Tanto pior para eles, porque do nosso lado, as eleições apenas nos incentivaram. Estamos no caminho certo.

 

Adenda: o Henrique Raposo deverá tomar nota de no nosso campo, não se tratar de contestar qualquer tipo de legitimidade da "esquerda" ou da "direita". Se Alegre - ou qualquer um dos outros -  tivesse sido eleito nas mesmas circunstâncias propiciadas pelos famosos 23% dos eleitores, diríamos exactamente o mesmo. Não discutimos os homens, mas a turva, parcial, dispendiosa e quase inútil instituição. Alguma esquerda parece agora fazer passar a ideia da ilegitimidade de Cavaco Silva para poder dissolver o Parlamento. Trata-se de uma abusiva leitura dos parcos, quase vergonhosos, resultados eleitorais. Cavaco poderá dissolver a Câmara quando achar oportuno o momento. É esse o grande poder de que desfrutam os presidentes da República e usam-no quando lhes convém e ao seu grupo de apoiantes ou dependentes. Disso pode estar a activa plataforma cavaquista - PSD e anexos - ciente, pois o apoio presidencial virá mais tarde ou mais cedo, embora Passos Coelho não pareça nada deslumbrado pelos brilhos do lustre presidencial. Conhecemos bem o sistema de vasos comunicantes e como este funciona. No caso do argumento usado para exemplificar o diferente tratamento dado, H.R. foca o grotesco caso da sampaieira dissolução do Parlamento em 2004. Existia um governo da "AD" e no Parlamento a maioria mantinha-se sólida. Sampaio dissolveu-o porque não lhe "apetecendo mais" ou não gostando do 1º ministro e da "direita", decidiu beneficiar o seu próprio partido. Já antes, o dr. Soares tivera o desplante de afirmar publicamente que deixara Belém, após ter tido o gosto de nomear um governo - muito mau, por sinal - do Partido Socialista. Aí está a diferença que contestamos. O que se passaria em Espanha, se o rei João Carlos tomasse posição contra o governo de Aznar que todos sabiam não ser do seu agrado?

publicado às 10:32

 

 

Do nosso colega australiano Radical Royalist, este interessante post sobre o conflito afegão:

 

The Age’s Europe correspondent in Brussels, Julian Borger, read an article on Afghanistan in the British newspaper The Guardian , which he passed on to Australia for publication intoday's edition of the Melbourne newspaper. 

The US and its European allies are preparing to plant a high-profile figure in the heart of the Kabul Government in a direct challenge to Afghan President Hamid Karzai. The creation of a new chief executive or prime ministerial role is aimed at bypassing Mr Karzai. … Many US and European officials are disillusioned with the extent of the corruption and incompetence in the Karzai Government, but most now believe there are no credible alternatives, and predict the Afghan President will win re-election in August.

[A] diplomat said alternatives to Mr Karzai had been explored and discarded: ‘No one could be sure that someone else would not turn out to be 10 times worse.’"

It speaks volumes that these Western politicians, diplomats and journalists ignore what the majority of the Loya Jirga delegates wanted for their country: The return of the Monarchy. 

According to the German political magazine Der Spiegel, Prince Mustafa Zahir claimed 1,347 deputies out of 1,500 of the Loya Jirga that gathered in 2002 to discuss the countries future had voiced their support in parliament for his grandfather as head of state. “Who exactly pushed his grandfather aside, he won't say -- what he means is that the Americans wanted Karzai and no one else from the very beginning. ‘But as a normal citizen,' he says now, he has been'disappointed' by the Karzai regime.” Prince Mustafa Zahir is a King in waiting and a formidable alternative to Mr Karzai. 

publicado às 12:57






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