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Por cá é mais saias, riso, e sorteios

por Fernando Melro dos Santos, em 22.01.14

"The problem with abortion at a philosophical level, aside from the "killing" aspect, is that it indicates a degree of societal depravity that puts little or no value on the weak and vulnerable. It's a society of contradictions too, in that it says we should care for the mentally incapacitated with special needs, yet kill others who are equally weak and vulnerable. It is also a slippery slope, if it is morally justifiable to kill a fetus, why not a newborn? If a newborn, why not an infant? If an infant, why not an autistic child? If an autistic child, why not an adult with severe retardation? If them, why not the old with dementia in a permanently vegetative state? It is not only the art of deception, mostly self-deception, but the art of justification. Soon, like the eugenicists of the early 20th century, we will justify all sorts of depravity on anyone not cut of the same "perfect" cloth as ourselves. After all, it is justifiable to remove the undesirables, the unproductive deadweight in society is it not? The philosophical error stems from in the first place devaluing human life."

 

- Chris Callais

 

 

No aniversário da tramitação do caso Roe vs Wade, Obama e a Casa Branca, via Twitter, não se abstiveram de promover a agenda abortista em nome "do acesso da mulher à saúde".

 

Deste lado, está quase a assinalar-se o sétimo ano desde que passou a ser permitido, bem como subsidiado, o assassinato de inocentes sem voz.

 

Cantando e rindo, preocupados com saias, subsídios, ronaldos e outros dildos que colmatem a ausência de coluna vertebral.

publicado às 18:15






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