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Querida Mãe,

por João de Brecht, em 03.02.09

 

 

 

Esta é a primeira vez que te escrevo como Homem. Viver fora da terra em que fui criado e educado fez com que perdesse parte da inocência que desde pequenino constituía uma das minhas virtudes. Agora, crescido e longe de casa quero prestar-te homenagem, por tudo o que foste e continuas a ser para mim.
Sempre me mostraste que tudo têm um lado bom, que vivemos para aprender com os erros e que devemos vingar pelas nossas virtudes, nunca abdicando dos nossos ideais e das nossas crenças mais profundas.
Soubeste educar-me, fiz-te feliz com as minhas vitórias e sei que choraste comigo nas derrotas, ensinaste-me que na vida nem sempre se vence e que saber perder é meio passo para uma vitória futura. Sempre me incutiste bons valores e livre arbítrio, estiveste sempre ao meu lado, mesmo quando não concordavas com o que fazia.
Sei que não há no mundo alma que mais me ame e que mais se preocupe com o meu bem-estar que tu. Apesar de nem sempre o transparecer, pela paciência que muitas vezes me falta.
Com o profundo desejo de que te orgulhes do Homem que me tornei, consciente das qualidades e defeitos que me compõem, espero ter sido sempre um bom filho e amigo, e espero continuar a sê-lo.
 
Mãe,
És linda como uma flor
Pois o teu coração
Está cheio de amor
 
Sei que ainda guardas este que foi o meu primeiro poema. Por muitos que faça, nunca nenhum chegará aos calcanhares deste, não por ter sido o primeiro, mas por ter sido o mais verdadeiro.
 
Um beijo Mãe
Muitos Parabéns.
 
Para sempre “o menino”
João Vasco

 

publicado às 13:37





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