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O futebol profissional no Sporting talvez mereça acabar

por Samuel de Paiva Pires, em 20.05.18

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Parabéns aos jogadores do Desportivo das Aves, que fizeram uma campanha notável na Taça de Portugal e um excelente jogo frente ao Sporting.

 

Parabéns a Bruno de Carvalho e aos energúmenos das claques sportinguistas. Esta derrota é vossa e totalmente da vossa responsabilidade. 

 

Parabéns aos jogadores do Sporting, a quem nem sequer se podia pedir que se apresentassem a este jogo e que, infelizmente, têm de lidar diariamente com um presidente tresloucado que inverteu completamente a hierarquia natural num clube de futebol profissional, tratando de forma aviltante o plantel e acarinhando as claques.

 

O Sporting não merece os jogadores que tem. Um clube desgovernado durante 5 anos por um troglodita apoiado pelos notáveis, com claques compostas por vândalos energúmenos e adeptos que mostram sempre o que valem nas alturas críticas, abandonando os estádios antes do fim de jogos decisivos - e, no caso do jogo de hoje, quando os jogadores mais precisavam do carinho e apoio dos adeptos -, talvez mereça mesmo que os jogadores rescindam os contratos por justa causa e deixem o Sporting à beira da falência. 

 

Já que tantos notáveis gostam de enaltecer as modalidades amadoras, então foquem-se nestas, porque claramente há uma incompetência atroz para gerir um clube de futebol profissional, ainda para mais um clube com a dimensão do Sporting. 

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publicado às 19:55

Selecção Nacional

por John Wolf, em 18.05.18

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Temos selecção nacional. Para quem ainda não percebeu - faz tudo parte da mesma fantasia: ganhar a qualquer custo. Falamos de instituições maiores (Sporting Clube de Portugal) e fenómenos globais (Cristiano Ronaldo e José Mourinho). Rolamos a bola, mas poderíamos rodar a chave e destrancar a matriz na sua íntegra - a falência ética que se estende de Sócrates a Pinho, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, de Vale e Azevedo e, até ver, a Bruno de Carvalho. A ideia de enriquecimento fácil é quase sempre sinónimo do ilícito. Sabemos que clubes de futebol já fizeram ruir bancadas, mas a queda de um governo seria algo inédito. Quando o assanhado Ferro Rodrigues veste a camisola da Assembleia, não sabemos se está ao avesso - se é mais leão do que camaleão. Assistiremos porventura a um Dreyfoot affair que em última instância terá consequências políticas imprevisíveis. Como se pode admitir o duplo atentado de um Marta Soares? Um pé na bola e outro na Protecção Civil, a título de exemplo. Devemos ficar muito desconfiados, de pé atrás mesmo, quando enviam um estafeta para entregar a missiva de que: o "Governo afasta qualquer tipo de ajuda pública ao Sporting em caso de colapso". Se vêm com esta conversa é porque equacionam precisamente o oposto. E deve haver razões para tal. A cauda do leão deve ser tão comprida que se estende de São Bento a Belém e vice-versa. E o mesmo se pode dizer dos outros, invertebrados ou não, mascotes ou mascarilhas de outros grémios desportivos. A despromoção para ser efectiva deve não esquecer ninguém no banco. Já chega de fintas e fazer de parvo um país inteiro. Vai lá, Marcelo. Vai lá no Domingo.

 

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publicado às 17:14

Chega de Bruno de Carvalho

por Samuel de Paiva Pires, em 15.05.18

Isto é absolutamente vergonhoso, inacreditável e inaceitável. É imperioso que Bruno de Carvalho se demita ou seja demitido e que a massa associativa do Sporting reponha a normalidade no clube e mostre que, efectivamente, "o Sporting não é isto" e não pode continuar a ser um clube dominado por vândalos e energúmenos, sejam eles o presidente ou membros de claques.

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publicado às 18:36

Portugal, uma enorme fotocópia

por John Wolf, em 11.02.15

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É perigoso viver em Portugal. Muito perigoso - o país anda entretido com as fotocópias de Sócrates e o corte de relações institucionais entre o Sporting e o Benfica. Enquanto isso a Europa vive a maior crise desde que há memória. A vingança da Austeridade e a promessa de que a Merkel seria esmagada alimentou excessos nos discursos e novas figuras de estilo na Europa. Tsipras e Varoufakis, sem dúvida que serviram para agitar as águas instransigentes da política, mas não passam de marionetas de um esquema maior. O dia de hoje pode também figurar na história, mas não pelas razões que os gregos invocam. A Grécia bem pode ameaçar arrastar ao fundo uns quantos colaboradores se as suas exigências não forem cumpridas. Mas não é bem assim. Os mercados já começaram a descontar a "inexistência" da Grécia no quadro europeu. Os ânimos exaltados do duo grego serão rebaixados pela determinação dos políticos dos centros de decisão que não desejam uma hecatombe com efeito de dominó, o que em última instância deitaria a perder o grande sacrifício de alguns, entre os quais Portugal. Se derem despacho ao requerimento dos gregos a coisa muda logo de figura. Seria como entregar argumentos válidos a outros demandantes. Portugal não é a Grécia, nem precisa de ser a Irlanda. Certamente terão de passar alguns anos para que Portugal perceba que os caminhos trilhados pelos outros não servem as suas causas. Como já havia escrito, da escolha múltipla a decisão efectiva é um pequeno passo. Se a Grécia abandonar o Euro (e subsequentemente a União Europeia) é porque já terá alinhavado um novo arranjo de lealdade política e dinheiro fresco. O outro berbicacho em que Portugal está metido (mas que acha que não está metido), chama-se "conflito na Ucrânia". Esse outro tira-teimas pode muito bem ser mais nefasto do que muitos julgam. Mas querem lá saber. Afinal Portugal é um país à beira-mar plantado. Imaginem só se estivesse bom tempo. Ainda seria pior. Estaria tudo na praia.

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publicado às 09:33

Da falta de nobreza de espírito

por Samuel de Paiva Pires, em 15.05.14

Vejo uns quantos sportinguistas regozijarem-se com a derrota de ontem do Benfica. Alguns fazem questão de sublinhar que, além de sportinguistas, são anti-benfiquistas. Outros, talvez procurando justificar a sua alegria e baixeza, argumentam que os benfiquistas também ficaram contentes quando o Sporting perdeu a Taça UEFA para o CSKA. 

 

Ora, a nobreza de espírito não depende do que os outros fazem, mas tão só de nós próprios. Seria até revelador de uma certa magnanimidade não se alegrarem com a derrota do Benfica ou, pelo menos, não o expressarem. Sempre ouvi dizer que ser do Sporting implicava uma certa elevação, uma determinada forma de estar na vida. Talvez seja a este tipo de coisas que se refere a tão propalada crise de valores.

 

Nota: conforme escrevi no post anterior, sublinho que sou sportinguista.

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publicado às 11:21

Faltou físico, treinador e sorte

por Pedro Quartin Graça, em 10.12.12

O jogo devia ter acabado aos 45 minutos. Não só porque o Sporting estava a ganhar, e bem, como também porque a 2ª parte trouxe um Sporting fisicamente desgastado, sem meio campo e um treinador que voltou a não saber substituir jogadores a tempo. Acusando claramente os dois dias a menos de descanso, o Sporting claudicou porque lhe faltaram forças mas também porque Vercauteren não soube, de novo, perceber a tempo que precisava de mexer na equipa. O resultado final espelhou, afinal, ainda que de forma injustamente exagerada, essas falhas. Que mais pode se pode pedir a uma Direcção como a de Luiz Godinho Lopes numa situação como esta? Nada mais, evidentemente, a não ser a continuação do esforço que vem desenvolvendo, uma eventual "benzedura" das balizas, a toma de suplementos vitamínicos pelos jogadores, e esperar que os ventos mudem. Porque, como diz o ditado, "há mais marés do que marinheiros" e a sorte, que teima, até agora, em nada querer com a equipa do Sporting, há-de regressar. Está a custar, mas a esperança é a última coisa a perder.

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publicado às 23:00

Sporting: a hora é de união!

por Pedro Quartin Graça, em 23.11.12

Hoje é daqueles dias que é muito fácil dizer mal até porque ontem foi uma noite má de mais. Sem entrarmos por esse caminho, analisemos então o sucedido com um olhar crítico. O que sobrou em empenho da direcção e dos sócios e simpatizantes do clube, faltou no rendimento da equipa e do treinador. Comecemos por este. Vercauteren fez más escolhas e a sua opção revelou-se fatal. Optou por um meio campo "mole", com 2 jogadores - Elias e Gelson - incapazes de cortar bolas e de lançar o ataque. Em bom rigor, o meio campo do Sporting foi um verdadeiro queijo suiço. A estes somou-se Pranjic, que mal se viu em campo e 2 centrais - Xandão e Rojo - que, para se ser honesto, estavam lá fisicamente mas cuja cabeça ficou, respectivamente, em Araçatuba e em La Plata... Cedric viu-os passar e, até o outrora poderoso Insúa, esteve muitíssimos furos abaixo do seu normal. Sobraram Rui Patrício e Capel e, a espaços, Labyad e Carrilho. Tudo o resto é para esquecer. Mas se Vercauteren está decepcionado, essa decepção carece, em primeiro lugar, de uma introspecção. Franky "inventou". Deixou Rinaudo no banco - erro grave - e tardou nas substituições, atitudes incompreensíveis num treinador já com tarimba. Ou seja, não pôs a jogar os melhores e não mexeu quando devia mexer. O resultado foi fatal. Mas a verdade é que Vercauteren não joga. Quem joga são os jogadores. E sobre estes há que perguntar: onde é que "Vosselências" tinham a cabeça? Como se justifica tanta falta de empenho quando tanto havia ainda para ganhar? Não se compreende. Se estes jogadores, por razões que a razão desconhece em profissionais muito bem remunerados não se sentem em condições de render, pois que joguem outros então. Da "A" ou da "B", o que interessa é o empenho posto em campo e a dignificação da camisola do clube que a maioria dos que jogaram ontem não souberam, na verdade, honrar.

No meio disto tudo, há que fazer um apelo à serenidade. Não vale a pena "pedirem a cabeça" de Godinho Lopes e desta direcção. Eles não jogam, a não ser por fora, logo são os menos culpados de tudo o que está a acontecer. Já para não falarmos da legitimidade derivada de uma escolha democrática dos sócios (e as eleições ganham-se e perdem-se, em democracia, por 1 voto), e o sportinguismo sempre revelado, a grande questão que se coloca é esta: mudar de direcção, como alguns insistentemente pedem, punha a equipa a jogar melhor de um dia para o outro? É evidente que não. Deixemo-nos, pois, de fantasias e regressemos à realidade de que há muitos pontos por conquistar e objectivos concretos a atingir. Com esta Direcção, este presidente e estes jogadores, das 2 equipas de futebol profissional que o Sporting tem em competição. Todos juntos, o grande Sporting ressurgirá.

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publicado às 08:41

"Vamos a eles que nem uns tarzões"

por Pedro Quartin Graça, em 22.11.12


Basel FC 0-3 Sporting CP (aggr. 0-5) 21/02/08 

 

LIGA EUROPA - É hoje. É a hora. Esforço, dedicação, devoção e glória até ao fim.

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publicado às 07:48

Sporting, de novo, pioneiro

por Pedro Quartin Graça, em 05.07.12

Quase em directo de Nova Delhi, o blog Estado Sentido apresenta em exclusivo a assinatura do contrato do indiano Sunil Chhetri, capitão da selecção da índia, com o Sporting. O Sporting, de novo, pioneiro entre os clubes portugueses, no relacionamento com uma das maiores potenciais mundiais futuras.

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publicado às 14:30

Este leão é uma fera!

por Pedro Quartin Graça, em 20.04.12

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publicado às 08:30

Catapófas!

por Nuno Castelo-Branco, em 09.04.12

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publicado às 23:35

Grande Sporting!

por Samuel de Paiva Pires, em 15.03.12

 

Não me recordo quando foi a última vez que vi um jogo do Sporting (antes do jogo de hoje), mas já lá vão uns 2 ou 3 anos. Hoje decidi voltar a esse ritual. Tinha que ser um assim, para me lembrar realmente o que é ser do Sporting: sofrer até ao fim! 

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publicado às 22:38

Glória

por Pedro Quartin Graça, em 23.02.12

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publicado às 22:45

Raça!

por Pedro Quartin Graça, em 17.02.12

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publicado às 07:03

Já chega de papa!

por Pedro Quartin Graça, em 14.02.12

Já não havia Paciência para tanta papa Cerelac. O chicote suou. E com ele acabou-se a época do bébé chorão. Agora vem aí um homem de barba rija. Com ele é de rojões para cima. Força Sá!

 

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publicado às 16:08

Shame on you! II

por Felipe de Araujo Ribeiro, em 03.12.11

Eu não ía falar no jogo entre o Benfica e o Sporting da semana passada. Mesmo. Mas não resisto a publicar este vídeo.

 

O resultado foi justo, o jogo foi bem jogado. Infelizmente para nós, sportinguistas, valeu um golo marcado pelo Javi Garcia, mais o espírito de sacrifício da equipa do Benfica e finalmente a atitude dos seus adeptos, que fizeram as vezes do Cardozo durante cerca de 30 minutos. Infelizmente para o espectáculo, houve vários episódios lamentáveis de parte a parte, antes, durante e depois do jogo, que já foram aliás discutidos até à exaustão.

 

Mas o que se vê neste vídeo é um nojo. Assim mesmo. Que toda a gente o faça não justifica de forma alguma a atitude desprezível de Jorge Jesus. Os benfiquistas deveriam ser os primeiros a condenar esta falta de fairplay. Espero que o façam, da mesma forma que espero que, a verificar-se uma situação semelhante no Sporting, sejamos nós os primeiros a denunciar e exigir mais e melhor do nosso clube.

 

Mais do que falta de fairplay, isto é batota! Um exemplo desprezível que é dado a todos os adeptos de futebol. Que os jogadores simulem lesões para ganhar tempo ou para travar o ímpeto atacante da equipa adversária, é grave. Mais grave se torna, obviamente, quando é o treinador que incita à simulação.

 

Mas quando chegamos ao ponto de um treinador sem um pingo de vergonha na cara poder dar ordens ao seu jogador para fazer batota, atirando-se para o chão, no meio de um jogo e à vista de todos, e isso não seja escandaloso sob qualquer ponto de vista, podemos afirmar sem hesitação que o nosso futebol - espelho da sociedade - está mergulhado numa imensa e nauseabunda porqueira.

 

Aqui fica o vídeo, decidam vocês...

 

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publicado às 14:54

Grande Sporting!

por Pedro Quartin Graça, em 24.10.11

"Furtado" ao Daniel Santos do 2711

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publicado às 23:42

Um tremendo erro político e desportivo

por Pedro Quartin Graça, em 23.07.11

Pelo jornal "O Jogo" de hoje ficámos a saber que o Sporting "rejeitou uma oferta tentadora e quase irrecusável para a realização de um jogo na Tailândia para comemorar o 84º aniversário do rei Rama IX." O Sporting foi convidado a jogar por estes dias na capital tailandesa, Banguecoque, a troco de 700 mil euros  e todas as mordomias e despesas pagas, mas a insegurança que a deslocação e a estadia naquele país podiam acarretar, aliada ao facto de a viagem ficar em cerca de 14 horas de voo, com escalas, levou os responsáveis da SAD a declinar a oferta (o Chelsea aceitou participar no referido encontro)", escreve o diário desportivo.

Ou seja, e apenas para nos cingirmos ao vil metal, mais do dobro do cachet que o Sporting vai receber no jogo de hoje em Toronto ao defrontar a Juventus...

Custa-me tremendamente saber que o meu clube de coração, agora finalmente com uma direcção digna do seu passado, tenha cometido este colossal erro. Desportivo e político. Desportivo porque era uma oportunidade única de aumentar o seu cartel no Oriente, recebendo em paralelo um elevado cachet, que o Chesea não enjeitou. Político porque foi uma oportunidade perdida da cimentar as relações entre Portugal e a Tailândia no momento em que se comemoram os 500 anos de amizade entre Portugal e o antigo Reino do Sião. As razões, essas, são tão ridículas que nem vale a pena perder tempo com elas...Os tailandeses, esses, com outra visão das coisas, sabiam o que faziam quando convidaram o Sporting. Seria um convite que ninguém poderia recusar, por todas as razões deste mundo.

Senhor Engenheiro Godinho Lopes, por favor, o mínimo que se lhe pede é que tenha um pouco mais de atenção com matérias deste tipo. É que o Sporting não pode ser confundido com um clube "de vão de escada"... E esta decisão em nada contribuiu para o engrandecimento do seu nome à escala mundial, muito ao contrário do que, no passado, e com o ex-Presidente João Rocha à cabeça, aconteceu, quando o Sporting foi o percursor das relações entre Portugal e a RP da China no pós 25 de Abril.

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publicado às 07:40

Pedro Baltazar - a esperança para o Sporting

por Pedro Quartin Graça, em 05.03.11

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publicado às 19:41

Obrigado Liedson!

por Pedro Quartin Graça, em 03.02.11

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publicado às 20:41






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