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Ora tomem lá

por Nuno Castelo-Branco, em 04.09.14

Há uma certa vantagem em todo este carnaval americanado nas "directas do PS". Até nisto seguem muito daquilo que chega do lado de lá do Atlântico e veremos se no dia da tal eleição, os bombos e gigantones não irão fazer a vez das majorettes. Pode até repetir-se o caso de Bush number two, alegadamente eleito com menos votos que o seu contendor. Terá qualquer um dos candidatos à liderança, um "irmão  governador" na contagem de votos? 

 

Embora todos o saibam desde há décadas, agora torna-se mais nítido o império da fraude, dos mortos que vivem e votam, não esquecendo os miraculosos saquinhos paga-quotas e os mega-T2 Bangla Desh onde vivem vinte e tal fulanos em suposta rebaldaria. Nada de muito diverso daquilo que sempre se passou no PPD, no futuro ex-"Berloque" e talvez, não sei nem me interessa saber, no CDS.

 

De muito disto se livra o PC, pois a coisa é decidida naquela espécie de purgatório a que se dá o nome de "centralismo democrático". Este artifício representa o supra sumo do elitismo, ou seja, uma perfeita réplica da defunta urss, onde 0,5% fazia o que bem lhe aprouvesse. Aliás, quase os mesmos 0,5% que atiraram a foice e o martelo para a sucata e orgulhosamente agora ostentam a antiga águia negra do czar, mas desta vez pintada de dourado. Coisas de novos ricos.

 

Além da lenga-lenga do Fado, Futebol e Fátima amplamente salivados e confirmados pela actual situação, aqui está mais um rol de acusações outrora dirigidas à gente da 2ª república. Tal mãe, tal filhota. Vá lá, paguem pela língua.

publicado às 00:46

Costa dos murmúrios

por Nuno Castelo-Branco, em 31.05.14

Está na TVI24 um tal Vítor Ramalho muito ancho e costeiro. Da sua aflita conversa acerca de empresas públicas e número de deputados, apenas há algo para retermos: jobs for the boys, neste caso, The Costa's Boys. Belo filme. 

publicado às 22:45

Seguro com bónus de campanha

por Nuno Castelo-Branco, em 23.05.14

 

Saiu-lhe a sorte grande. Soares escusou-se a participar na arruada Chiado abaixo. Para perda de votos em potência, nesta sexta-feira já bem lhe bastará o narigudo penetra das "inginharias" de todo o tipo.

Entretanto, esquecendo-se do George Bush I que jamais tirámos da memória, Seguro desafia-nos a olhá-lo nos olhos, pois ele "devolverá salários, TSU e pensões".

 

Read my lips, não era? 

publicado às 12:40

Presuntivos implicados

por Nuno Castelo-Branco, em 15.02.14

Em Espanha, o genro do monarca desobedeceu a uma ordem do sogro e continuou os seus saltos mortais no circo dos negócios turvos. Seis milhões de Euro parecem coisa pouca num país onde existem numerosos ditos e mexericos a propósito de auto-estradas, fundos perdidos no TGV, aeródromos às moscas, escabroso financiamento partidário e uma infinidade de factos comprovados de péssima gestão nas taifas autonómicas. De qualquer forma, o genro Urdangarin é visível, vai a tribunal e terá arrastado a mulher, a infanta Cristina. A cegueira da paixão, o displicente assinar de papeís sem uma leitura prévia e a plena confiança, tornam bem plausível aquela velha suposição de ser sempre a mulher a última a saber, mas a verdade é que a filha do Rei também se sentou diante dos juízes. É bem provável que este último episódio já faça parte da luta partidária ou pior ainda, sirva para alimentar os apetites dos grandes interesses locais e internacionais que tudo têm feito para desestabilizar as instituições do país vizinho.

De qualquer forma, podemos dizer que mesmo ao nosso lado, a Justiça parece funcionar.

 

Vamos então perceber o que se passa naquele país que há uns quinze dias foi designado por Marcelo Rebelo de Sousa, como República das Bananas.

 

Um genro - e não um cabrito montês - alegadamente indiciado por participação no caso BPN, foi recompensado com um pavilhão de espectáculos à beira Tejo.  Está  completamente à vontade para a prossecução da sua carreira de desvelado interesse pela economia nacional.

 

Um sogro que exerce um altíssimo cargo público, mas que alegadamente não recebe o salário correspondente, ficando-se pela mais redondinha reforma. O mesmo sogro que alegadamente conseguiu a proeza de ao fim de um ano empochar hollywoodescos lucros com acções adquiridas fora de Bolsa. O mesmíssimo sogro alegadamente terá adquirido um casarão num Reino do sul - pois ali não foi a república proclamada em 1910 -, sem que alegadamente se vislumbre a respectiva papelada relativa às incontornáveis taxas do "neo-liberalismo" de recorte nitidamente socialista. 

 

Um ex-tudo cujo cartão de visita alegadamente se apresenta numa infinidade de casos surgidos na imprensa e que alegadamente teve a vida facilitada, vendo alegadamente destruídas todas as provas alegadamente existentes e às ordens das autoridades competentes, fossem aquelas a papelada existente nestes processos, ou os registos e gravações de conversas telefónicas,. Há que não esquecer os dossiers de investigação que alegadamente decorrem na PGR, a propósito de mais de três centenas de milhão alegadamente escondidos nas Caraíbas. Sucatas, mães que subitamente se tornam "milionárias" - o "volfrâmio vendido a Hitler" serve de recurso de guerra mediática -, centros comerciais com vista para a Lisboa oriental, barragens africanas que deram comissões a supremas autoridades à beira Índico, apressada nacionalização dos passivos do BPN - "os ladrões são todos do outro partido, mas devemos impedir males maiores" - , toneladas de ferro velho, parques de luxos escolares, contratos eléctricos a preços estratosféricos. Resultado? Tudo torpes invenções liquida-carácter, difamações que devem ser mitigadas com um lugar num órgão noticioso do Estado, ou por outras palavras, pago pelos contribuintes. Não se esqueça de ir hoje tomar um café e deixar os obrigatórios 11,5 cêntimos de IVA.

 

A lista de nomes alegadamente envolvidos em alegadas trocas e baldrocas, é uma never ending procession de celebridades para os mais exigentes gostos. Alegadamente estiveram em todas, desde as PPP até aos centros culturais derrapados num lodaçal de números estranhos, túneis, pontes, rotundas - no âmbito local, juntemos as demolições a eito, o misterioso desaparecimento de edifícios outrora constantes nos Inventários Municiais, a estranha presença de certos Fundos Imobiliários nas vereações do urbanismo, etc - , auto-estradas, hospitais, aeroportos  alentejanos. Abriram e logo fecharam negócios, cavaram crateras marcianas em bancos, empresas públicas e nos contratos assinados pelo Estado, ou seja, por eles mesmos quando exerciam funções em entidades teoricamente pertencentes aos contribuintes. Fartam-se de receber comissões, ajudas de custo para tudo e mais alguma coisa como viagens, comezainas, casa posta, carros a mais de 100.00€/unidade e com motorista de serviço, telemóveis à conta e claro está, lugares garantidos na gestão de empresas com as quais pouco antes tinham assinado em nome do Estado, os tais vultuosos contratos para obras. A isto juntemos fundações, gabinetes de consulturia e de advogados e toda uma série de recursos de ocasião.

 

 Alegadamente nunca terá existido qualquer tipo de conflito de interesses. 

 

Deste profundo oceano de espessas águas negras, emerge mais um bom exemplo de alegada limpidez de procedimentos. Aqui d'El Rei!

publicado às 10:30

Alvarás numa Lisboa Arruinada

por Nuno Castelo-Branco, em 19.01.14

Uma das situações mais estranhas nesta cidade a saque, consiste na obsessão pela construção de edifícios destinados ao terciário. Por regra substituem antigos prédios de habitação - nomeadamente aqueles construídos na viragem do séc. XIX-XX - e depois permanecem longos anos vazios, sem inquilinos. Por outro lado, muitos daqueles que durante anos serviram como sedes de empresas, subitamente ficam devolutos e fechados sine die, num estiolar evidente a qualquer transeunte.

 

A zona das Avenidas Novas - a Av. da Rep. incluída - , Duque de Loulé e perpendiculares, Avenida da Liberdade e anexas - entre outras zonas da capital -, possuem muitíssimas dezenas de prédios de escritórios completamente vazios, sem préstimo. Contudo, a CML teima, não se sabe qual a razão, em conceder alvarás de demolição de prédios de habitação e consequentes alvarás de construção para o terciário.

 

Nos Paços do Concelho, decerto ter-se-ão apercebido da iminência de Portugal se tornar num país cobiçado por todo o tipo de empresas internacionais, ansiosas por aqui definitivamente se estabelecerem. Os impostos são baixíssimos, não existem taxas, concedem-se benesses ao investimento estrangeiro, a justiça funciona, existe pleno emprego, é um país onde a inveja é coisa estranha, e mais importante que tudo isto, Portugal é o novo Kuwait, rebentando de petróleo que jorra pelas torneiras e de gás natural que sai pelos bueiros de todas as ruas. É assim mesmo, escritórios, precisam-se!

 

Para quem queira um investimento de estalo, aqui está um maravilhoso mamarracho situado diante da Embaixada da Rússia, ao Arco do Cego.

 

Se este blog se dedicar exclusivamente à postagem de fotos de edifícios de escritórios ao abandono, teremos serviço para um ano inteiro. Não procure mais, pois na sua rua decerto existe um.

publicado às 17:23

Stand 3ª República

por Nuno Castelo-Branco, em 03.07.13

 

Toda esta gente que em nós manda sem tino, cada vez mais se parece com aqueles duvidosos vendedores de viaturas em quarta mão. Neste caso, seriam mesmo capazes de apresentarem uns tantos Trabant pintados de prateado, procurando vendê-los a campónios russos da Prússia Oriental, como se fossem Aston Martin 1300SL, low cost. Descaramento não lhes falta. O regime resume-se a isto. 

publicado às 01:15

Cheira a esturro

por Nuno Castelo-Branco, em 05.06.13

 

Somando-se ao "empréstimo" das jóias para sempre desaparecidas, eis mais uma para o jornal do incrível deste estranho esquema vigente. O sr. Viegas devia estar muito distraído, pois caso contrário, isto é demasiadamente "vigas" para ser verdade.

publicado às 18:37

Bacalhau "químico"

por Nuno Castelo-Branco, em 31.01.13

O borrabotismo bruxelês decidiu preocupar-se com mais um dos extraordinários "vícios da sociedade portuguesa": o degusto do bacalhau. As piicas sumidades pretendem agora aditivar o apetitoso peixe, encharcando-o com polifosfatos. Só o nome da coisa é capaz de provocar calafrios, mas os indústriais alemães, suecos, holandeses - claro, estes não podiam faltar -, finlandeses e dinamarqueses, querem garantir o perfeito escoamento dos seus pouco apetecíveis venenos alimentares.

 

E pensarmos que após a Restauração os holandeses pretendiam anexar a península de Setúbal, almejando os benefícios da produção das salinas locais!

publicado às 12:12

Dá-me "acesso"?

por Nuno Castelo-Branco, em 29.12.12

O homem é ou era tudo e mais alguma coisa, até andava ao bacalhau. Neste caso até poderia ter beneficiado da acessória assessoria, mas a saga continua e ainda viremos a saber outras curiosidades da gauche sempre amiga do seu amigo. Mais uns dias e talvez possamos ver uns desenhos de casas, pontes, sedes bancárias ou observatoriais. 

publicado às 12:48

Lulinhas (bem) recheadinhas

por Nuno Castelo-Branco, em 06.12.12

Ora aqui está mais uma caixinha de deliciosos produtos do mar. Pode juntar-se à outra encomenda, a dos robalos.

publicado às 14:00

Tempos de vinho e rosas...

por Nuno Castelo-Branco, em 21.11.12

Um deles já voltou à ditosa pátria amada, o outro comodamente  andará (?) matutar no assunto.

 

Entretanto, o amnésico residente de Belém, teve o topete de declarar os portugueses como "esquecidos do mar, agricultura e indústria". Como as coisas mudam! Durante o seu miliardário consulado de mundos e fundos a rodos, o homem pagou para que esses sectores, considerados como "coisas de um passado de miséria", para sempre desaparecessem. O descaramento não tem limites.

publicado às 12:02

Há mais de vinte anos conheço o caminho que liga a saída da agora auto-estrada, às imediações da Charneca de Caparica. Passamos duas rotundas e na segunda, viramos à esquerda. No segundo cruzamento - se bem me lembro -, voltamos à direita e perto de um quilómetro percorrido, chegamos ao final da rua que dá acesso à estrada que contorna o paiol da NATO (?). Pois bem, ainda ontem, tudo decorria com toda a normalidade. Hoje, perto das quatro e meia da tarde,, chegando ao cruzamento, virei à direita em direcção à estrada do paiol, quando fui subitamente parado por uma boa meia dezena de agentes da Guarda Nacional Republicana   que com todas as cortesias da praxe quiseram verificar os meus papéis e os da viatura. Pareceu-me uma normal missão fiscalizadora, mas de chofre o agente atacou:

 

- O senhor não viu o sinal de proibido quando entrou nesta estrada?"

 

- "Qual sinal de proibido?! Há décadas que passo por aqui em direcção às praias e nunca houve nenhum sinal. Nunca o vi!"

 

- "Pois lá está um. Creio que foi recentemente colocado pela Câmara Municipal de Almada."

 

- "Desde quando? Ontem não existia."

 

- "Talvez desde hoje. Vou verificar se esse sinal foi colocado hoje, mas se lá estiver há mais tempo, receberá uma multa."

 

- "Quando voltar da praia verificarei o sinal, mas desde já lhe digo que ontem não estava lá!" (grunhi)

 

Duas horas depois, verifiquei o lindo serviço. Quem chegue ao fim da rua e vire à direita para a estrada do paiol, jamais poderá vislumbrar o sinal de proibição - rematado por um "reservado a moradores" -, pois plantaram-no precisamente na esquina, num ângulo morto e de impossível visualização. Se houvesse um mínimo de competência ou boa fé, teria bastado um sinal de interdição de voltar à direita - e a correspondente ressalva "reservado a moradores" -,  colocado uns metros antes da curva.

 

Dado o momento que penamos, há um descarado propósito de extorsão e calculo que este fim de semana serão passadas dezenas, senão muitas centenas de autuações por "infracção" ao inexistente - porque invisível - sinal. Uma vergonha, mais uma nódoa negra que segundo as palavras do agente da GNR, tem a alegada autoria da famosa edil Emília, mais conhecida pela Ceausesca de Almada. Além do mais, com as contínuas decisões acerca de interdições de circulação aos fins de semana, incluindo a marginal no sentido Fonte da Telha/Costa de Caparica, poderemos dizer que a Ceausesca pretende esvaziar as praias no verão. Uma cretinice de todo o tamanho, somando-se ao horrorosamente caótico acampamento de betão em que transformou o município.  

 

Tudo não passaria de mais um típico assalto enche-bolsos, se ainda por cima a GNR não tivesse colaborado - talvez seja melhor dizer ter sido obrigada a participar - neste escabroso esquema. Se pretendesse avisar os incautos condutores acerca da modificação das regras, o piquete/patrulha ter-se-ia postado a uma dezena de metros antes da dita curva, advertindo os automobilistas. Tal não aconteceu, ficando os agentes multistas quase de emboscada num beco da primeira ruela à direita.

 

Indecente. Alguém põe cobro a "isto"?

 

 

Adenda: por sugestão de um leitor, além da Câmara Municipal de Almada e GNR, talvez seja necessário acrescentar um ou dois ministérios a este esquema: o das Finanças e o da Administração Interna?

 

publicado às 00:01

Tresandava a abusiva vigarice

por Nuno Castelo-Branco, em 11.08.11

Foi uma vez mais chumbado o fétido assunto dos "contentores em Alcântara". Vivemos num país em que se chegou ao ponto de termos de recorrer a todo o tipo de instituições, para que o óbvio seja reconhecido e justificável! Num momento em que tanto se fala de transparência e do urgente ataque ao concubinato entre a política e os negócios turvos - neste caso uma transferência de pasto(a) para a Mota Engil - , este é mais um exemplo clamoroso, mas nem por isso menos típico. Espera-se que tudo não fique como tem estado e que o "assunto Alcântara" seja definitivamente encerrado e trasladado para outro local. 

publicado às 09:34

Para variar um pouco, Louçã tem razão

por Nuno Castelo-Branco, em 10.05.11

Parece um daqueles anúncios de produtos que não custam 5 Euros, mas "apenas 4,95€".  Um bom pacote de oportunidades!

 

O comissário Rehn, anunciou o juro do "generoso empréstimo" a Portugal. A extremosa Europa solidária da velocidade única - por enquanto -, não quer 6% no reembolso, mas "apenas entre os 5 e os ditos 6%". Grande negócio, este. Para que Portugal pague os empréstimos solicitados à banca europeia, ou melhor, alemã, eis que surge agora e com toda a solicitude possível, uma solução que alivia as dores de cabeça nacionais: a outra dívida que já tinha juros altos, será paga com ainda outra dívida e respectivos juros que também não beneficiam do espírito da tão apregoada solidariedade.

 

Com a economia estagnada e sem perspectivas de crescimento de qualquer espécie, como pode Portugal satisfazer esta usura? Sem qualquer dúvida, deve ser este o "bom acordo". Eles devem "achar" que sim.

 

Por mais insólito que pareça, Louçã está cheio de razão. 

publicado às 17:21

Notícias republicanas

por Nuno Castelo-Branco, em 14.01.11

O video de uma das centenas de cavernas dos Ali-Babá. O problema consiste no facto de os guardas serem sempre os mesmos 40 ladrões.

publicado às 19:54

Parlapatonices da república

por Nuno Castelo-Branco, em 04.01.11

Não é um "oásis num deserto", mas sim um deserto no deserto. Uma sede num falido centro comercial. Foto cedida pelo Combustões

 

Para nossa felicidade, não têm tino. Alegre, Cavaco, Lopes, Coelho e Nobre, envolvem-se naquela que é - de longe! - a mais perniciosa e "importante" questão para a república. Envolve dinheiros, tráfico de influências e aquilo a que o homem da rua chama de vigarices. A coisa ainda está a começar e já imaginamos o que as próximas semanas trarão.

 

Excelente, melhor não podia ser! Cá ficamos à espera e nem necessitaremos de levar seja quem for à Rotunda.

 

"Ficar em casa, abrir um bom livro, ouvir música, estar com a família vale mil chapeladas da lotaria dita republicana. Como acreditamos na República - ou seja, na política - e como só há Política quanto a totalidade da Cidade se revê nas instituições, recusamos participar numa fraude."

publicado às 22:02

Coincidências quarto-republicanas

por Nuno Castelo-Branco, em 03.01.11

A notícia até chegou ao Brasil! O Estado resolveu "reforçar" o capital social da Caixa Geral de Depósitos com mais 550 milhões de Euros. Por mera coincidência, o BPN "precisa urgentemente" de uma injecção de 500 milhões. Um mundo de analogias para o sr. Cavaco Silva comentar. Ainda hoje, numa entrevistazinha qualquer, o recandidato pronunciou mais um dos seus habituais discursos, persignando-se a propósito das anteriores afirmações acerca da actual gestão CGD do BPN:

 

-"Bem... aaaah não foi o que eu disse..., a senhora jornalista deturpou as minhas palavras..., aaaaaaaaaah... BPN actual, não o que está a correr em tribunais..., não tem a ver com pessoas..., aaaaaah uma constatação, a recuperação... não estou a fazer julgamentos..., tenho muitas dúvidas..., como sabe, aaaaaaaaaaaah... (glup!), o contexto... sabe, gló-blóóó, góóó..."

 

Os senhores ainda não perceberam? É "isto", a tal 4ª República que jamais existirá.

publicado às 18:26

Ganância e extorsão

por Nuno Castelo-Branco, em 02.01.11

O Correio da Manhã nada mais tem com que se preocupar? Os seus chefes já pensaram nas consequências e aproveitamento que esta petição poderá ter?

 

Comece a ter medo do belo conjunto de sala herdado dos seus sogros, assim como dos quadros, livros antigos, prataria ou porcelanas que vieram de casa dos seus pais. Tema por aqueles três fios de ouro que comprou há décadas ou recebeu de presente, sem que disso tenha qualquer factura/recibo.  Esta notícia abrangente, consiste em mais uma intenção de controlo da sua vida, numa acintosa coacção moral e há que dizê-lo, deliberada tentativa de extorsão. Apenas falta explicitar como entrarão em casa dos alvos. O ano começa como se esperava, ou seja, estamos todos condenados ao IKEA.

 

Seria bem melhor se se preocupassem com a procura de fundos comunitários em paradeiro incerto, mas isso é um inconveniente boomerang.

publicado às 10:58

Toda a gente já percebeu a vigarice que anda por aí...

por Nuno Castelo-Branco, em 16.10.08
... e o mais estranho de tudo, é serem os contribuintes forçados a cobrir as vigaices do bando de escroques que anda à solta e quer continuar as suas profícuas actividades. "Por bem", claro está!

publicado às 13:06






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